editor: Assírio & Alvim
Nos poemas de Almada Negreiros incluem-se alguns dos mais radicais das vanguardas do século XX, mantendo até ao final dos anos 60 um registo inconfundível. Aqui se reúne o conjunto completo da sua poesia, representando parte significativa da obra de um artista múltiplo que foi marcante em diversas artes.

Recolhem-se nesta segunda edição aumentada, revista pelos manuscritos originais, três caligramas e um poema-carta, e ainda doze poemas inéditos.

Poemas

de José de Almada Negreiros

ISBN: 978-972-37-1982-6
Editor: Assírio & Alvim
Idioma: Português
Dimensões: 172 x 240 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972370649921
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e e E

Muito interessante

Jorge Coelho

Textos e poemas ecléticos que nos remetem para diferentes e actuais realidades. Útil para reflexão.

e e e e e

Ótima recolha

Pacheco

Uma coletânea essencial, com a qualidade a que a Assírio e Alvim nos habituou

e e e e E

Poesia

MC

Autor que só conhecia por outras artes, este livro constituiu uma agradável surpresa. No próximo ano lectivo terei oportunidade de o apresentar aos meus alunos, discutindo com eles a obra do autor.

José de Almada Negreiros

Nascido em São Tomé em 1893, viveu em Portugal e revelou-se como um artista e um escritor polifacetados: artista plástico, poeta, ensaísta, romancista e dramaturgo, ligou-se em 1913 ao grupo modernista.
Utilizou sempre uma linguagem considerada mais elementar que a do seu desenho e construiu a sua obra literária por entre tensões - dividido entre a intuição e a análise, entre a vocação poética e o espírito ensaístico. Em todas estas manifestações criativas mostrou sempre uma grande capacidade de invenção.
Com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, formou o grupo da revista Orpheu, tendo mais tarde lançado a revista Sudoeste e promovido uma série de conferências. Sempre desejou que a produção artística se orientasse pela linha de renovação dos países já animados do espírito europeu - o que pode explicar a tendência provocatória de alguns dos seus manifestos (com destaque para o conhecido Manifesto Anti-Dantas) e o ter participado e fomentado muitas das manifestações culturais realizadas no seu tempo em Portugal. Ao nível da prosa literária, deve-se destacar o seu romance Nome de Guerra.
Faleceu em 1970 em Lisboa.

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