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O Eremita Viajante

[haikus - obra completa]

de Matsuo Bashô; Tradução: Joaquim M. Palma

Livro eBook
editor: Assírio & Alvim, setembro de 2016
O poema haiku não inferioriza nem zomba, não se serve do intelecto, valoriza as coisas pequenas, valendo-se da surpresa e de um reduzido vocabulário, começa ainda antes da primeira letra da primeira estrofe e acaba muito depois da última sílaba da terceira estrofe.

É poesia despersonalizada, já quase fora da linguagem comum, nasce no silêncio, atravessa, como um relâmpago, o olhar do contemplador e regressa ao silêncio; e enquanto existiu pareceu durar o tempo de um movimento respiratório. Resultante em grande parte da contemplação da beleza e comportamentos da natureza, este estilo poético assume-se como fenómeno que transcende o pessoal, é puro presente, é um momento suspenso, eterno em si mas que não volta a acontecer. Nele, desaparece a separação observador/observado, para dar lugar à ausência de ego, à manifestação do sublime.

No final da breve leitura do poema, o leitor arrisca-se a ser percorrido por um calafrio que não poupará nenhuma célula do seu corpo; talvez o seu olhar se semicerre e se suspenda no seio de um horizonte para além do horizonte visível; talvez assome ao canto dos seus lábios o movimento de um sorriso somenteperceptível pelo olhar puro das crianças e dos animais.

imóvel contemplo a lua
e os outros pensam
que sou cego

O Eremita Viajante

[haikus - obra completa]

de Matsuo Bashô; Tradução: Joaquim M. Palma

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1920-8
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: setembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 212 x 31 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 424
Tipo de produto: Livro
Coleção: Documenta Poetica
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972371920814
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e e e

O Eremita Viajante

LTC

Matsuo Bashô, considerado um dos grandes mestres dos poemas de 3 versos, com o seu estilo muito próprio, começou a escrevê-los antes de completar 20 anos. Pensou desistir da Poesia várias vezes, mas nunca conseguiu, pois a Poesia é uma chama demasiado intensa para se apagar. E ainda bem que assim foi. Este livro consiste numa compilação notável de todos os seus haikus (cerca de 1.000) que refletem a experiencia humana de forma profunda, revelando uma imensa delicadeza a sua capacidade para resumir em tão poucos versos vários temas. Sobre o Japão escreveu ao longo das suas viagens, mas também escreveu sobre relações afetivas, como a amizade, ao longo dos seus momentos de maior reclusão em que se relacionava com outros poetas. “O coração viajante não se enraíza antes quer ser braseira ambulante” ----- "Os amigos embriagados falam inclinados como cascatas de flores"

e e e e E

Um dos verdadeiros mestres de haiku

Emanuel

Bashô leva-nos numa viagem de harmonia e contemplação, onde paramos para realmente observar o mundo. Leitura meditativa.

e e e e e

Uma viagem diferente...

Ilda Azinhais Velez

Uma introdução informativa enquadra o leitor nesta viagem pela poesia japonesa; notas explicativas , muito minuciosas e esclarecedoras, são preciosos auxiliares para uma primeira leitura de haikus, pequenos poemas que nos maravilham, pela simplicidade e pelo mistério. Uma edição muito bonita e adequada à solenidade mágica de uma beleza diferente, talvez estranha, mas que vale a pena conhecer.

e e e e e

Alma japonesa

Graça Sousa Ferreira

Síntese da espiritualidade na sua relação com o ambiente que o rodeia, o Eremita Viajante é um acumular de visões quotidianas que transcendem espaço e tempo.

e e e e e

O Eremita Viajante

Sílvia Bancaleiro

É uma obra que nos faz viajar de dentro para fora e de fora para dentro. Estes haikus levam nos a uma viagem de pensamento e reflexão, onde o homem e natureza se fundem.

e e e e e

Preciosos haikus

Marina

A explicação das técnicas de composição do haiku e a cronologia de uma vida. É impossível ficar indiferente a Matsuo Bashô, senhor e mestre dos preciosos haikus. Um livro obrigatório em qualquer estante!!!

Matsuo Bashô

Poeta e viajante, Matsuo Bashô nasceu em 1644, na pequena aldeia de Ueno, e morreu a 28 de novembro de 1694. De acordo com a sua última vontade, foi sepultado nos terrenos do mosteiro de Gichu-Ji, nas margens do Lago Biwa, perto de Zeze. Sobre a sua sepultura foi plantada uma bananeira. É considerado o poeta nacional do Japão.

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