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Todas as Palavras

poesia reunida

de Manuel António Pina

editor: Assírio & Alvim, maio de 2012
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

Corria o ano de 2001 quando a Assírio & Alvim publicou a primeira edição da Poesia Reunida de Manuel António Pina. Pouco depois escrevia Eduardo Prado Coelho no Público: «Talvez agora, no momento em que a Assírio & Alvim publica a Poesia Reunida de Manuel António Pina, estejamos em condições de poder afirmar que nos encontramos perante um dos grandes nomes da poesia portuguesa actual. Uma extrema delicadeza pessoal, uma discrição obsessiva, uma cultura ziguezagueante e desconcertante, mas sempre subtil e envolvente, um sentido profundo da complexidade da literatura, e também, sobretudo, da complexidade da vida, têm talvez impedido a descoberta plena e mediática deste jornalista e homem de letras também voltado para os jogos mais leves e embaladores da literatura infantil. Contudo, torna-se imperioso dizê-lo agora: este tom deliberadamente menor sustenta uma obra maior da literatura portuguesa». A edição que agora se apresenta, numa belíssima edição encadernada e substancialmente ampliada, inclui todo o trabalho poético do autor de 1974 a 2011.

Todas as Palavras de Manuel António Pina

"[…] este volume ajuda a desarrumar decisivamente a poesia produzida em Portugal a partir dos anos 70. Pois ele evidencia que o real não é algo a que se regresse, por isso que não é coisa materna; que a poesia pode ser uma modalidade de conhecimento contígua da metafísica, dispensando descritivismos ou narratividades autocomplacentes; que a rima é aquilo que os poetas modernos contrabandeiam, nos intervalos da sua má-consciência; que o prefixo “pós” em pós-moderno (se acaso insistirmos neste sintagma dispensável) não quer necessariamente dizer “depois” ou, menos ainda, “contra”; e que, resumindo, vai sendo tempo de desaprender a vulgata da poesia na década de 70 e depois. Mas para isso é necessário ler mesmo todas as palavras, e não apenas a meia dúzia que nos diz bastante."

Osvaldo Manuel Silvestre Público

Todas as Palavras

poesia reunida

de Manuel António Pina

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-79293-8
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: maio de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 252 x 27 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 400
Tipo de produto: Livro
Coleção: Documenta Poetica
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972079293815
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Da poesia do quotidiano

Claudina

Este livro reúne poemas que qualquer leitor da literatura portuguesa contemporânea precisa de ler. O meu destaque vai aos poemas de António Pina que falam do quotidiano.

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Todas as Palavras

ABP

“Todas as palavras” reúne a poesia de Pina. O primeiro impacto é o da delicadeza. Depois, fermentamos entre as palavras numa generosidade ancestral que se materializa em poema resoluto, claro e que nos enleva. Poemas que viajam connosco para um lugar simultaneamente estético e honesto.

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Um livro genuíno!

José Lopes

Nas palavras feitas poesia de Manuel António Pina mora a genuinidade de um beirão e toda a franqueza de um homem que se fez ao mundo. Na poesia reunida neste livro sente-se uma carinhosa vontade de desmentir o autor, quando na década de sessenta escreveu: «Falta-me uma palavra essencial, / um som perverso para morrer: um sonho». Não, não falta! Disseste tudo. É só ler(-te).

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outras coisas

Sofia Micalli

"Outras coisas no entanto o amor e o desamor e também a morte que nas coisas morre subitamente o lugar onde vais de súbito" Todas as Palavras escritas por Manuel António Pina. Belíssimos poemas de um poeta e escritor também conhecido pela sua obra para a infância. Um Livro que é como uma casa desenhada com palavras.

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Medíocre

Diogo Gonçalves

Não gostei. Escrita muito amorfa e sem grande interesse, gosto de coisas mais imaginativas e profundas. Diz muito sobre o estado lastimável da poesia atual.

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Incomparável

António Codeço

Toda a poesia portuguesa deverá passar obrigatoriamente por Manuel António Pina. O brilho fulgurante dos seus versos destaca-se entre os versos dos poetas contemporâneos. O livro "Todas as palavras" é um amigo que nos escuta nas horas amargas. Incomparável!

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Palavras...

Paula Dias da Silva

Não estão aqui reunidas todas as palavras, mas as suficientes para que este possa ser considerado um livro magnífico.

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Preservando memórias…

JT

Se Manuel António Pina é considerado por muitos um dos grandes nomes da literatura infanto-juvenil, este «Todas as Palvras» vem confirmar (se dúvidas houvese) que MAP é um dos grandes poetas portugueses. Nos seus poemas, vamos encontrando a serenidade e a delicadeza, a doçura e o «desarranjo» do mundo… a não perder!

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Auto-conquista

Ruben E.

Naturalidade e normalidade parecem ser as palavras de ordem para descrever esta intemporal colecção do corpo literário de Manuel António Pina - e com razão. Despojado de pretensões literárias, o poeta não precisa de conquistar o leitor; mais importante que isso, já se conquistou a si próprio antes de ser "um pouco tarde".

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Quotidianamente

Fernanda de Castro

Todas as palavras: poesia reunida é literalmente a reunião de todas as palavras poéticas de Manuel António Pina. Marcada pelo quotidiano que nos escapa, nas mais pequenas coisas, a poesia piniana humaniza o leitor nas suas coisas simples: do livro a todo um ambiente que rodeia o sujeito poético e envolve outros poetas. Um poeta é sempre imortal nas palavras que deixa.

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Cativante

Mónica Raimundo

Manuel António Pina revelou-se um mestre da poesia e este livro comprova-o. Numa escrita que flui com naturalidade, encanta e dá vontade de ler cada palavra vezes e vezes sem conta. O livro destaca também a qualidade já conhecida da Assírio

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Imperdível

Maria Celeste Pereira

Toda a poesia de um poeta extraordinário. Encanta-nos pela sua normalidade, pelo seu despretensiosismo,pela forma encantatória e descomplicada como aborda os temas. É especial exactamente pela sua grande normalidade (não confundir com vulgaridade, não tem nada de vulgar). Não necessita de palavras complicadas, temas fracturantes... É bonita ponto.

Manuel António Pina

Jornalista e escritor, Manuel António Pina nasceu no ano de 1943, no Sabugal, na Beira Alta, e faleceu a 19 de outubro de 2012, no Porto. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, em 1971, exerceu a advocacia e foi técnico de publicidade. Abraçou a carreira de jornalista no Jornal de Notícias, onde passou a editor. A sua colaboração nos media também se distribui pela rádio e pela televisão.
Autor de livros para a infância e juventude e de textos poéticos, a sua obra apresenta uma grande coesão estrutural e reflete uma grande criatividade, exige do leitor um profundo sentido crítico e descodificador."Brincando" com as palavras e os conceitos, num verdadeiro trocadilho, Manuel António Pina faz da sua obra um permanente "jogo de imaginação", tal labirinto que obriga a um verdadeiro trabalho de desconstrução para se encontrar a saída.
Afirmou-se como uma das mais originais vozes poéticas na expressão pós-pessoana da fragmentação do eu, manifestando, sobretudo a partir de Nenhum Sítio, sob a influência de T. S. Elliot, Milton ou Jorge Luis Borges, uma tendência para a exploração das possibilidades filosóficas do poema, transportando a palavra poética "quer para a investigação do processo de conhecimento quer para a investigação do processo de existência literária" (cf. MARTINS, Manuel Frias - Sombras e Transparências da Literatura, Lisboa, INCM, 1983, p. 72).
Transmissora de valores, muita da sua obra infantil e juvenil é selecionada para fazer parte dos manuais escolares, sendo também integrada em antologias portuguesas e espanholas.
Os seus textos dramáticos são frequentemente representados por grupos e companhias de teatro de todo o país e a sua ficção tem constituído o suporte de alguns programas de entretenimento televisivo, de que é exemplo a série infantil de doze episódios Histórias com Pés e Cabeça, 1979/80.
Como escritor, é autor de vários títulos de poesia, novelas, textos dramáticos e ensaios, entre os quais: em poesia - Nenhum Sítio (1984), O Caminho de Casa (1988), Um Sítio Onde pousar a Cabeça (1991), Algo Parecido Com Isto da Mesma Substância (1992); Farewell Happy Fields (1993), Cuidados Intensivos (1994), Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança (1999), Le Noir (2000), Os Livros (2003); em novela - O Escuro (1997); em texto dramático - História com Reis, Rainhas, Bobos, Bombeiros e Galinhas (1984), A Guerra Do Tabuleiro de Xadrez (1985); no ensaio - Anikki - Bóbó (1997); na crónica - O Anacronista (1994); e, finalmente, na literatura infantil - O País das Pessoas de Pernas para o Ar (1973), Gigões e Anantes (1978), O Têpluquê (1976), O Pássaro da Cabeça (1983), Os Dois Ladrões (1986), Os Piratas (1986), O Inventão (1987), O Tesouro (1993), O Meu Rio é de Ouro (1995), Uma Viagem Fantástica (1996), Morket (1999), Histórias que me contaste tu (1999), O Livro de Desmatemática e A Noite, obra posta em palco pela Companhia de Teatro Pé de Vento, com encenação de João Luís.
A sua obra tem merecido, frequentemente, destaque, tendo sido já homenageado com diversos prémios, como, por exemplo, o Prémio Literário da Casa da Imprensa, em 1978, por Aquele Que Quer Morrer; o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens e a Menção do Júri do Prémio Europeu Pier Paolo Vergerio da Universidade de Pádua, em 1988, por O Inventão; o Prémio do Centro Português de Teatro para a Infância e Juventude, em 1988, pelo conjunto da obra; o Prémio Nacional de Crónica Press Clube/Clube de Jornalistas, em 1993, pelas suas crónicas; o Prémio da Crítica da Associação Portuguesa de Críticos Literários, em 2001, por Atropelamento e Fuga; e o Prémio de Poesia Luís Miguel Nava e o Grande Prémio de Poesia da APE/CTT, ambos pela obra Os Livros, recebidos em 2005. Em 2011 foi-lhe atribuído o Prémio Camões. Já a título póstumo foi ainda galardoado com o Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes, pelo livro «Como se Desenha uma Casa», e com o Prémio Especial da Crítica dos Prémios de Edição Ler/Booktailors 2012, pelo livro Todas as Palavras – Poesia Reunida.

Manuel António Pina. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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