Auto de Fé

Livro 1

de Elias Canetti

editor: Livros do Brasil, abril de 1983
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O autor, Prémio Nobel de Literatura em 1981, manifesta uma estranha mas lógica necrofobia e o seu horror à morte ganha a forma de uma recusa a todas as religiões que praticam o seu culto: "(...) o sacrifício de Abraão é ridículo, a paixão de Cristo institucionaliza a morte e o budismo é uma negação da vida." O presente romance, verdadeira surpresa literária pelo tema e estilo, é um hino à coragem de viver. "O direito ao esplendor das coisas brilhantes, à riqueza, à miséria, ao desespero de todas as experiências, consegui conquistá-lo - diz Canetti - graças à minha revolta contra a morte."

Auto de Fé

de Elias Canetti

Propriedade Descrição
ISBN: 0368000116972
Editor: Livros do Brasil
Data de Lançamento: abril de 1983
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 220 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 448
Tipo de produto: Livro
Coleção: Dois Mundos
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 0368000116972
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Elias Canetti

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1981

Escritor de nacionalidade inglesa, Elias Canetti nasceu a 25 de julho de 1905 em Ruse [Rustschuk], uma pequena cidade portuária búlgara situada nas margens do Danúbio. Oriundo de uma família judaica sefardita abastada, teve um percurso linguístico pouco usual. Começou por aprender ladino, um dialeto espanhol arcaico falado pelos sefarditas, logo búlgaro, inglês e, mais tarde, o alemão, idioma que adotou para as suas criações literárias.
Quando contava apenas seis anos de idade, acompanhou a família na sua mudança para a cidade de Manchester, em Inglaterra, mas a morte do pai fez com que a sua mãe partisse para Viena de Áustria, onde Canetti pôde aprender alemão.
A partir de 1916 e até 1921 estudou em Zurique, começando a escrever por esta altura. De visita a Berlim em 1928, frequentou os círculos literários judaicos, chegando a conhecer nomes como Bertold Brecht e Isaak Babel. Em 1929 doutorou-se em Química pela Universidade de Viena, não deixando no entanto de escrever.
Em 1932 apareceu Die Hochzeit, uma comédia de costumes, a que se seguiu Die Blendung (1935), romance alegórico que conta a história de um filólogo que conhece a fundo a língua chinesa, mas que é incapaz de entender as pessoas que o rodeiam. Este último foi interdito pelas autoridades alemãs.
Em 1938 refugiou-se em Paris, na tentativa de escapar às perseguições movidas pelos Nacional-Socialistas, mas com a deflagração da Segunda Guerra Mundial procurou abrigo em Inglaterra, onde permaneceu grande parte da sua vida.
Em 1950 publicou Komödie Der Eitelkeit (Comédia da Vaidade), uma das peças de teatro pioneiras no género do absurdo, e dez anos depois foi a vez de Masse Und Macht (1960, As Massas e o Poder), obra dedicada ao estudo da psicologia das multidões e que denegria a imagem do povo alemão. Após o aparecimento de várias obras de sucesso, entre as quais Die Stimmen Von Marrakesch (1968), Canetti publicou Der Andere Prozess: Kafkas Briefe Am Felice (1969), obra que reconhecia Kafka como um escritor poderoso.
Vencedor de inúmeros prémios e honrado com vários títulos honoríficos, Canetti foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1981. Faleceu em Zurique a 13 de agosto de 1994.

Elias Canetti. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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