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Os Indiferentes

Livro 1

de Alberto Moravia

editor: Livros do Brasil, abril de 1982
A publicação de Os Indiferentes, romance das vicissitudes amorosas de uma família da alta burguesia, marcou uma viragem na literatura italiana dos primeiros decénios do século XX e de certa maneira antecipou os temas sartreanos de A náusea. Leo Merumeci é um homem profundamente cínico e seguro de si que, apesar de ser amante de Mariagrazia, uma viúva da alta burguesia romana, seduz com sucesso a filha desta última, Carla, uma jovem de vinte anos. Antagonista de Leo é Michele, o outro filho de Mariagrazia, um jovem irresoluto e abúlico, o verdadeiro indiferente do romance. Michele é de facto hostil a Leo, mas não consegue nutrir por ele um autêntico ódio. Influenciado por Lisa, uma ex-amante de Merumeci e amiga da família, tenta vingar a honra perdida da irmã. Mas fá-lo com pouca convicção: compra uma pistola, dirige-se a casa de Leo disposto a matá-lo, mas esquece-se de colocar o carregador na arma… No final, Leo e Carla ficam noivos, e Michelle aceita o matrimónio com a passividade do costume. Os Indiferentes é uma obra-prima da literatura decadentista.

Os Indiferentes

de Alberto Moravia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723805307
Editor: Livros do Brasil
Data de Lançamento: abril de 1982
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 209 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 375
Tipo de produto: Livro
Coleção: Dois Mundos
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789723805307
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Alberto Moravia

Alberto Moravia, pseudónimo de Alberto Pincherle, nasceu em Roma, em 1907, numa família próspera de classe média. Ainda criança, adoeceu com tuberculose óssea, tendo passado, ao todo, cinco anos em sanatórios e em casa, entre os 9 e os 17 anos de idade. Talvez este isolamento, que fomentou a voracidade da leitura, explique a precocidade literária do escritor. Colaborou em jornais, ainda muito jovem, e com 22 anos publicou o seu primeiro romance — Os Indiferentes — que teve um grande impacto na atmosfera literária italiana da época. Para tal contribuiu o pendor marcadamente antifascista e antiburguês da obra, no contexto de uma Itália que acabara de assistir à assinatura da concordata entre Benito Mussolini e o Vaticano. Aliás, rapidamente as obras de Moravia viriam a ser proibidas pelo regime ditatorial e colocadas no Índex do Vaticano, por atentarem contra os valores morais e os bons costumes. Por ser oriundo de família judaica e militante de esquerda, viveu nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1941 casou com Elsa Morante, também escritora, e o casamento manteve-se durante quase vinte anos. Regressou a Itália após o conflito e retomou a militância, ao mesmo tempo que aumentava o seu prestígio além-fronteiras e que várias obras suas eram adaptadas ao cinema por grandes cineastas, como Bernardo Bertolucci (O Conformista) e Jean-Luc Godard (O Desprezo). A partir dos anos sessenta, passou boa parte da sua vida em viagens, das quais resultaram, entre outras publicações, Uma Ideia da Índia (Tinta-da-china, 2008) e Cartas do Sahara. Alberto Moravia morreu em Roma, em 1990.

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