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As Intermitências da Morte

de José Saramago

Livro eBook
editor: Porto Editora, maio de 2014
«No dia seguinte ninguém morreu.»
Assim começa este romance de José Saramago.

Colocada a hipótese, o autor desenvolve-a em todas as suas consequências, e o leitor é conduzido com mão de mestre numa ampla divagação sobre a vida, a morte, o amor, e o sentido, ou a falta dele, da nossa existência.

Caligrafia da capa por VALTER HUGO MÃE

As Intermitências da Morte

de José Saramago

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04667-3
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: maio de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de José Saramago
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 978972004667317
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Mais uma obra magistral

Pedro Santos

José Saramago, com a sua prosa singular e envolvente, convida-nos a questionar as fronteiras entre vida e a morte, revelando a inquietante beleza do eterno ciclo da vida humana e a inevitabilidade do seu fim. Cativante do início ao fim!

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As intermitências da morte

Cláudio Alfredo Aguiar Rodrigues

“A morte tem um plano” durante séculos a “morte” sempre desempenhou o seu ofício subordinada às ordens dos seus superiores hierárquicos até que um dia decidiu actuar por sua conta e risco. E naquele lugar por uns tempos deixou-se morrer…

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Genial

Ana

Saramago é, sem qualquer dúvida, o meu escritor português preferido. Este livro é incrível, simplesmente genial! Partindo da premissa que a morte tira férias, a narrativa desenvolve-se com sarcasmo e um travo de ironia inconfundível, onde o autor acaba por humanizar a própria morte.

e e e e E

Fiquei surpreendida.

Sofia Coimbra

O primeiro livro de José Saramago que li e gostei muito! Houve partes do livro que, pessoalmente, achei mais aborrecidas, porém de uma forma geral é um livro espetacular. Adorei a forma como está escrito. É um livro completamente diferente de todos os outros. Não estava nada à espera desta história. Devo dizer que gostei muito e adorei o final. Surpreendente! Curiosa por ler mais livros do autor.

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Incrível

MM

Este foi, sem dúvida alguma, um dos melhores livros que já li. Recomendo vivamente!

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Incrível

TB

Foi a segunda obra que li do "nosso" Nobel e fico cada vez mais cativada pela sua escrita. Foca novamente assuntos desconfortáveis para o comum dos mortais, questiona-nos sobre a nossa humanidade e a nossa dignidade. De intermitente só tem mesmo o título. Quem diz que não consegue ler Saramago deveria dar uma hipótese a este livro. Recomendo, claro!

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De Génio!

Mariana Silva

Este foi o segundo livro do incrível escritor que era José Saramago que tive o enorme prazer de ler. Sempre com uma escrita cativante, simples e sarcástica aborda e critica temas sociais e políticos como ninguém. A falta de humanismo, compaixão e empatia é intemporal.

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Fabuloso

Rj

De todos as obras de Saramago, esta será sem duvida a que nos agarra mais à leitura!

e e e e E

As Intermitências de Saramago

Suzi Barbeiro

Um aplauso a Saramago que, mais uma vez sem surpresa, não dá descanso aos leitores, deixando-os colados ao seu brilhante escrito até à última página!

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Êxito

Valentina Silva

Mais um sucesso de Saramago! A escrita, a critica social, a reflexão sobre o ser humano enquanto pessoa e a sua falta de humanismo! Isto tudo só é possível escrito e narrado por este grande autor! Absorve completamente o leitor de forma a que este não consegue parar de ler nem para respirar!

e e e e E

Excelente

Pedro Sousa

Muito bom! Recomendável!

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CATIVANTE!!

Luis Pereira

Outra obra épica! Saramago volta a colocar o leitor numa situação hipotética, "E se ninguém morresse no dia seguinte?" É nisto que Saramago se foca e ao qual vai responder, explorando uma panóplia de peripécias que vão desde o encerramento das funerárias até ao tema das heranças. O Sr. Nobel visa novamente, com a manha que lhe é característica, o lado mais próprio do Ser Humano - A DESUMANIDADE

e e e e E

soberbo

João oao Luciano

Mais uma ves, como seria de esperar, Saramago torna a desassossegar o leitor, atraves da sua notável capacidade desconstrutiva das ideias ou conceitos que temos entranhados. Ora em abordagens a temas polémicos, ora no tratamento de ideias à partida comuns de senso, como está é, a verdade é que com Saramago, se abre todo um novo leque de palavras e formas de reaprender aquilo que ja pensavamos haver sabido, mas que ainda não tínhamos dedicado tempo suficiente. Desta vez, a partir de una ideia absurda, o escritor desata a relatar os prós e contras que vem com a ausência da morte, e leva-nos acima de tudo a fazer algo maravilhoso. Pensar.

e e e e E

Cativante... de génio!

Ana Sofia Paiva

Saramago sempre nos contemplou com a sua extraordinária visão pragmática das coisas, e este livro, mais uma vez, demonstra essa sua visão. A morte é a personagem principal do livro - ou a ausência dela - e dá uma visão da sociedade, da religião, de como seria o mundo se ninguém morresse. A visão da imortalidade aqui retratada mostra o lado "negro" de quem quer morrer e não pode. Porque, em alguns casos, a morte é a única solução para uma vida de sofrimento, como Saramago nos mostra neste brilhante livro. Do Nobel, não se poderia esperar menos: faz-nos pensar e repensar na verdadeira definição da morte, sempre com uma crítica excepcional da sociedade. Genial!

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Genial de inicio ao fim

Marisa Martins

Sem dúvida o melhor de Saramago! Dinâmico e com a crítica social a que já nos habituou, prende o leitor logo nas primeiras páginas. Uma história muito original, cheia de graça, que nos faz pensar na morte...e na vida. Super recomendado!

e e e e E

Genial

Rita Costa

É absolutamente GENIAL! A crítica social, a capacidade de reflectir sobre si próprio sem que seja de todo directo, a reflexão sobre uma sociedade imbuída de pequenos defeitos e virtudes que a torna única são o mote para uma leitura absorvente. A forma como o narrador se dirige ao leitor...ah...parece que ouço Saramago a falar...

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É um livro original e que recomendo

Pedro Alberto

Esta obra do nosso Nobel José Saramago aborda o tema da morte de uma forma genial. A narrativa começa no início de um novo ano em que a população de um determinado país deixa de morrer... como seria abordada esta notícia por essa sociedade? O autor relata de uma forma única como o governo, a igreja e os negócios que vivem da morte tentam superar esta situação. Esta história faz uma reflexão sobre a vida e a morte. Sobre o que estas significam e sobre o que qualquer alteração que ocorra numa delas pode alterar o rumo e o modo como vivemos. É também uma crítica a muitas instituições que inevitavelmente regem a nossa vida e como os seus comportamentos divergem de uma maneira muito vincada quando confrontados com acontecimentos de grande importância. Tudo isto numa abordagem irónica e com uma qualidade de escrita habitual de Saramago. Recomendo a sua leitura.

José Saramago

Prémio Nobel de Literatura, 1998

Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga.
As noites passadas na biblioteca pública do Palácio Galveias, em Lisboa, foram fundamentais para a sua formação. «E foi aí, sem ajudas nem conselhos, apenas guiado pela curiosidade e pela vontade de aprender, que o meu gosto pela leitura se desenvolveu e apurou.»
Em 1947 publicou o seu primeiro livro que intitulou A Viúva, mas que, por razões editoriais, viria a sair com o título de Terra do Pecado. Seis anos depois, em 1953, terminaria o romance Claraboia, publicado apenas após a sua morte.
No final dos anos 50 tornou-se responsável pela produção na Editorial Estúdios Cor, função que conjugaria com a de tradutor, a partir de 1955, e de crítico literário.
Regressa à escrita em 1966 com Os Poemas Possíveis.
Em 1971 assumiu funções de editorialista no Diário de Lisboa e em abril de 1975 é nomeado diretor-adjunto do Diário de Notícias.
No princípio de 1976 instala-se no Lavre para documentar o seu projeto de escrever sobre os camponeses sem terra. Assim nasceu o romance Levantado do Chão e o modo de narrar que caracteriza a sua ficção novelesca. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo.
No ano de 2007 foi criada em Lisboa uma Fundação com o seu nome, que trabalha pela difusão da literatura, pela defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, tomando como documento orientador a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desde 2012 a Fundação José Saramago tem a sua sede na Casa dos Bicos, em Lisboa.
José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou postumamente, a 16 de novembro de 2021, José Saramago com o grande-colar da Ordem de Camões, pelos "serviços únicos prestados à cultura e à língua portuguesas", no arranque das comemorações do centenário do nascimento do escritor.

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