10% de desconto

Agosto

(Pref. por Anabela Mota Ribeiro)

de Rubem Fonseca
Editor: Leya, agosto de 2017 ‧
10,00€
10% DESCONTO CARTÃO
EM STOCK -
1 de agosto de 1954, Rio de Janeiro. Um empresário é assassinado, e na sede da Presidência federal planeia-se mais um crime. O atentado falhado contra o jornalista Carlos Lacerda e uma série de mortes violentas conduzirão ao suicídio de Getúlio Vargas, um dos grandes dramas da História do Brasil.

Uma das mais notáveis narrativas de Rubem Fonseca, Agosto segue a investigação do comissário Alberto Mattos - individualista impenitente, com uma úlcera de estômago e amores desencontrados - e deixa no ar a questão de saber em que medida a história de uma pessoa e de um país se determinam mutuamente.

«Mattos é o Brasil. O que quer ser, o que não desiste de ser, a despeito da descrença. É o motor do romance de Rubem Fonseca, com faro apurado para a História maiúscula e a petite histoire, que compreende o paleio caro das esferas do poder e não se intimida com a linguagem escarafunchada dos destituídos.»
Anabela Mota Ribeiro, in Prefácio

Agosto

(Pref. por Anabela Mota Ribeiro)

de Rubem Fonseca

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896604196
Editor: Leya
Data de Lançamento: agosto de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 161 x 242 x 26 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros RTP
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896604196

O ilegal não é aquele que contra a legalidade se volta, mas sim aquele que a ela se curva

José Augusto Pinto

Rubem Fonseca mostra-nos várias personagens, mas o protagonista é seguramente a pobreza, a cascavel que morde o Brasil relatada nos anos 50. A corrupção, o poder nesta bonita obra é misturada entre os elementos ficcionais e os factuais onde se desvenda os pormenores que tornam claros a explicação do enigma nesta bem conseguida narrativa policial.

Leitura recomendada

C. S.

Este romance histórico, ambientado no Rio de Janeiro no período em torno da morte do presidente brasileiro Getúlio Vargas (1954), é uma obra interessante para os Leitores que procurem saber mais sobre este período histórico enquanto leem uma obra com a qualidade expectável num vencedor do Prémio Camões. Particularmente interessante para mim é a forma com Rubem Fonseca, que foi agente da polícia no Rio de Janeiro período que é retratado em Agosto, retrata a polícia e os seus agentes. A linguagem crua, por vezes brutal, que encontramos no romance parece-me ajustar-se àquilo que é retratado.

Leitura essencial

Filipe Moreira

A obra prima do autor. Fusão belíssima de policial e reconstrução histórica, onde a polícia se confunde com o mundo do crime e a política com a corrupção. Um dos maiores romances da língua portuguesa.

Excelente

Cristiana

Uma escrita tão bem conseguida que nos prende desde o início. Se por um lado queria saber como terminaria a história, por outro lado, desejava que perdurasse. Recomendo vivamente a sua leitura.

Inquietante

Fernando Rebelo

Um retrato de um Brasil que parece tornar-se de novo real.

Um livro empolgante

Ana Gonçalves

A partir do momento em que se começa a leitura, dificilmente se consegue parar. Uma história empolgante de um grande escritor. Recomendo.

Agosto

Catarina Martins

Comprei este livro para oferecer a uma pessoa amiga, como conhecia o autor e a história é dentro dos gostos da mesma, achei que seria uma escolha acertada.

SOBRE O AUTOR

Rubem Fonseca

Nasceu em Juiz de Fora (Minas Gerais), no Brasil, a 11 de maio de 1925. É um dos mais prestigiados escritores brasileiros contemporâneos e um dos expoentes máximos da literatura de língua portuguesa. Traduzido em todo o mundo, foi galardoado com seis prémios Jabuti e, pelo conjunto da sua obra, com o Prémio Camões em 2003. Em 2015, recebeu o Prémio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL).
É autor de uma vasta obra narrativa, contista e romancista, que tem vindo a ser publicada em Portugal, desde 2010, pela Sextante Editora. Os romances Agosto e A Grande Arte são duas das suas obras incontornáveis, exemplos máximos da sua escrita sóbria e de um realismo «duro» que fez escola na literatura brasileira: «todas as palavras devem ser usadas», disse uma vez numa entrevista.
A Carne Crua — uma coleção de 26 contos inéditos, lançada em Portugal há precisamente um ano —, que viria a ser a sua derradeira criação, juntam-se atualmente no catálogo da Sextante os romances O Seminarista, Buffo & Spallanzani (Prémio Literário Casino da Póvoa do Correntes d’Escritas), A Grande Arte, Agosto e O Selvagem da Ópera, os livros de contos Calibre 22, Axilas & Outras Histórias Indecorosas, Histórias Curtas e Amálgama, e a autobiografia de infância intitulada José.
Rubem Fonseca faleceu no Rio de Janeiro a 15 de abril de 2020, vítima de um enfarte do miocárdio. Após a sua morte foi editado O Doente Molière.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU