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A Vida Verdadeira de Domingos Xavier

(Pref. por Aline Frazão)

de José Luandino Vieira

editor: Leya, outubro de 2017
Domingos António Xavier, o tractorista, nunca fizera mal a ninguém.
Só queria o bem do seu povo e da sua terra. E por lhes querer bem não falou os assuntos do seu povo nem se vendeu.
E por lhes querer bem o mataram.
E por isso, no dia da sua morte, ele começou a sua vida de verdade no coração do povo angolano.

«Dos becos da clandestinidade às celas frias onde o país se adiava, várias gerações dedicaram a vida a um compromisso colectivo.»
Aline Frazão, In Prefácio

A Vida Verdadeira de Domingos Xavier

(Pref. por Aline Frazão)

de José Luandino Vieira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722128025
Editor: Leya
Data de Lançamento: outubro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 162 x 243 x 11 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros RTP
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722128025
e e e e E

Autor incontornável da lusofonia

SMC

Era uma falha por colmatar: ler Luandino. Foi "o diabo foi meu padeiro", de Mário Lucio Sousa, sobre o Tarrafal, que mo recordou. Um livro curto e duro, testemunho de uma época. Recomendo.

e e e e E

Leitura muto recomendável

Lore

Um livro escrito de forma simples e ao mesmo tempo poética que dá destaque ao povo angolano e às injustiças sofridas pelo o mesmo durante a época do colonialismo português. Recomendo a leitura deste livro a todos os que se interessam por este tema, por esta época histórica ou pela cultura angolana e que queiram refletir sobre racismo, desigualdades económicas e sociais e abuso de poder.

e e e e e

Muito bom

JCV

Qunte como a terra do escritor, arrebatador como a beleza de Angola, verdadeiro como as suas Gentes.

José Luandino Vieira

PRÉMIO CAMÕES 2006
Escritor angolano, José Luandino Vieira nasceu a 4 de Maio de 1935, na Lagoa do Furadouro (Portugal). É cidadão angolano e participou activamente no movimento de libertação nacional, contribuindo para o nascimento da República Popular de Angola. Passou toda a infância e juventude em Luanda, onde fez o ensino secundário. Exerceu diversas profissões até ser preso em 1959, sendo depois libertado. Posteriormente, em 1961, foi de novo preso e condenado a 14 anos de prisão e medidas de segurança. Transferido, em 1964, para o campo de concentração do Tarrafal, onde passou oito anos, foi libertado em 1972, em regime de residência vigiada em Lisboa. Iniciou então a publicação da sua obra, escrita, na grande maioria, nas diversas prisões por onde passou.
Depois da independência angolana, foi nomeado para diversos cargos: organizou e dirigiu a Televisão Popular de Angola de 1975 a 1978; dirigiu o Departamento de Orientação Revolucionária do MPLA até 1979; organizou e dirigiu o Instituto Angolano de Cinema de 1979 a 1984.
No domínio da literatura, foi um dos fundadores da União de Escritores Angolanos, em 1975, sendo seu secretário-geral desde então até finais de 1980. Foi também secretário-geral adjunto da Associação dos Escritores Afro-asiáticos, de 1979 a 1984, tornando-se depois secretário-geral da mesma até Dezembro de 1989. Pertenceu à geração angolana da "Cultura" entre 1957 e 1963. A sua escrita é original, usa o falar crioulo e subversivo da linguagem para dar um retrato mais realista às suas personagens, enriquecendo-as e conferindo-lhes a expressão viva e colorida das gentes o dos lugares pobres que retrata.
Do seu trabalho destacam-se as seguintes obras: A Cidade e a Infância (1960); A Vida Verdadeira de Domingos Xavier (traduzido para várias línguas, constituindo também a base do filme Sambizanga, realizado por Sarah Maldoror); Luuanda (traduzido também para várias línguas, recebeu o Prémio Literário angolano "Mota Veiga" em 1964 e o Grande Prémio de Novelística da Sociedade Portuguesa de Escritores em 1965, o que causou violenta reacção da parte do Estado Novo); Vidas Novas (narrativas escritas em 1962 no Pavilhão Prisional da PIDE em Luanda, e apresentadas ao concurso literário da Casa dos Estudantes do Império, em Lisboa, tendo sido distinguidas com o Prémio "João Dias", em 1962, por um júri de que faziam parte, entre outros, Urbano Tavares Rodrigues, Orlando da Costa, Lília da Fonseca, Noémia de Sousa e Carlos Ervedosa); Velhas Estórias e João Vêncio: Os Seus Amores.

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