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Afirma Pereira

Livro de Bolso

de Antonio Tabucchi
Livro eBook
Editor: BIS, junho de 2012 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Num fatídico agosto de 1938, o mês crucial da sua vida, Pereira narra o que vai acontecendo e em que circunstâncias de um período trágico da sua existência e da Europa.

Tendo por pano de fundo o salazarismo português, o fascismo italiano e a guerra civil espanhola, Afirma Pereira é a história atormentada da tomada de consciência de um velho jornalista solitário e infeliz.

Afirma Pereira

Livro de Bolso

de Antonio Tabucchi

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896602116
Editor: BIS
Data de Lançamento: junho de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: BIS
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896602116

Um livro incrível

Rui P.

Uma história ambientada no final da década de 30 já com a ditadura a fazer-se sentir. Um homem que passa de uma vidinha para uma vida de medo. Afirma Pereira é uma pequena obra mas monumental. A segunda metade tem um fulgor superior ao da primeira.

Não passa ao esquecimento

Ler, um prazer adquirido

Muitas e muitas vezes ouvi falar deste livro que protelei ler. Afirma Pereira é uma novela satírica sobre um passivo jornalista da página de cultura do Lisboa que, durante o regime salazarista entre 1938-43 descreve de modo muito afirmativo o que corresponde à verdade ou se assemelha a ela. Um homem com um grande coração fraco num verão quente que se sente só e fala com o retrato da mulher falecida. Insidioso e cativante protagonista. Não é à toa que este livro não passa ao esquecimento ou perde importância, assim como os valores que defende.

Afirma Aurore que este livro é óptimo

Aurore Aout

Este livro é daqueles que se lê num ápice. É tão envolvente, a leitura é fácil, divertida e astuta. Estamos em Lisboa de 1938, por altura do Salazarismo e com a guerra civil espanhola a desenrolar se ali ao lado. O senhor Pereira afirma muitas coisas, afirma Pereira que é viúvo, afirma Pereira que não tem filhos e afirma Pereira que é responsável da página cultural de um jornal vespertino. Mas o senhor Pereira coitado tem uma postura tão apática e apolitica que sente que a vida não tem grande sentido... até que se cruza com o rapaz, o Monteiro Rossi, que Apesar de tão incompetente e irresponsável tem um espirito de revolução tão diferente do que o Pereira está habituado que de certo modo o inebria. Este confronto resulta neste romance divertido, emocionante e sentimental.

Impossível não querer lê-lo do início ao fim

Rita Portugal

Uma leitura bastante leve e corrida, que nos dá um vislumbre do pesado clima de Portugal dos anos 30

Interessante

Cecília Carvalho

Tenho a versão de bolso, é mais agradável de transportar e ler nos transportes. Gostei do livro, achei interessante e quanto mais avançava na leitura mais ia ficando curiosa com o final.

Belo Livro

Frederico Calheiros

Um pequeno livro, mas Muito interessante. Muito bem escrito e construído. A narrativa é simples e o tom do narrador é calmo, mas a história agarra-nos a partir da primeira página até o fim. Uma boa Leitura sobre Portugal (e a Europa) na década de 30.

Livro

Daniela guimarães

Adorei o livro, uma boa escolha. Um livro cheio de consciência. Fácil leitura. Adorei.

SOBRE O AUTOR

Antonio Tabucchi

Antonio Tabucchi (1943-2012) nasceu em Pisa, onde fez os seus estudos, primeiro na Faculdade de Letras e depois na Scuola Normale Superiore. Ensinou nas Universidades de Bolonha, Roma, Génova e Siena. Foi Visiting Professor no Bard College de Nova Iorque, na École de Hautes Études de Paris e no Collège de France. Publicou 27 livros, entre romances, contos, ensaios e textos teatrais. As suas obras estão traduzidas em mais de 40 países. Recebeu numerosos prémios nacionais e internacionais. Sozinho, ou com Maria José de Lancastre, traduziu para italiano a obra de Fernando Pessoa. Considerando que a sua pátria é também a língua portuguesa, escreveu um romance em português, Requiem, 1991. O seu teatro foi levado ao palco, entre outros, por Giorgio Strehler e Didier Bezace. O Fio do Horizonte, Nocturno Indiano, Afirma Pereira e Requiem foram adaptados ao cinema respetivamente por Fernando Lopes, Alain Corneau, Roberto Faenza e Alain Tanner.

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