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A Cidade e as Serras

de Eça de Queiroz
Editor: Editora Guerra & Paz, fevereiro de 2016 ‧
9,50€
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Um romance sobre um conflito eterno, o conflito entre a excitante agitação da vida citadina e a genuína serenidade da vida no campo. Uma obra extraordinária de Eça, escrita no fim da sua vida e que a Guerra e Paz agora integra na sua colecção de clássicos.

A Cidade e as Serras

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897021763
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: fevereiro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 233 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos da Guerra e Paz
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897021763

"Sua Excelencia sofre de fartura."

Teresa Carvalho

Que dizer de um livro assim???!!!... Simplesmente Sublime!!! Obrigada Eça...

Clássico

Tiago Silva

Um romance lindíssimo em que Eça de Queiroz se reconcilia com a pátria.

Terapêutico

Mafalda

Este não é talvez o romance queirosiano que mais impressiona a crítica literária, mas é seguramente um dos meus favoritos. Relê-lo é sempre um gosto e nesta altura em que, mais do que nunca, os bons livros nos podem ajudar a superar os tempos difíceis que atravessamos, é até terapêutico regressar a Tormes.

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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