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A Casa de Bernarda Alba

Livro 1

de Federico García Lorca
Editor: Publicações Europa-América, abril de 2001 ‧
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A Casa de Bernarda Alba é uma tragédia, severa e simples, como a classificou o próprio Lorca: a tragédia das mulheres das aldeias espanholas, acorrentadas a preconceitos e mitos que um convencionalismo social, tão cruel como vazio de valores, defende a todo o transe, mesmo à custa do aniquilamento das pessoas.

É o que efectivamente acontece aqui, nesta peça trágica, impregnada simultaneamente pelo lirismo característico de Lorca e pelo sopro fatalista que o poeta bebeu na Andaluzia da sua infância.

A Casa de Bernarda Alba

de Federico García Lorca

Propriedade Descrição
ISBN: 9789721037168
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 211 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Coleção: Grandes Classicos do Seculo X X
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
EAN: 5601072531048
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Federico García Lorca

Federico García Lorca (Fuente Vaqueros, 1898-Granada, 1936), foi poeta e dramaturgo, conhecido também como músico e artista. Nascido na Andaluzia, estudou Direito em Granada e transferiu-se mais tarde para Madrid, onde fez amizade com artistas como Luis Buñuel e Salvador Dalí e os poetas Rafael Alberti e Juan Ramón Jiménez. Aí publicou os seus primeiros poemas. Concluído o curso, foi para os Estados Unidos e para Cuba, período turbulento em que escreveu os seus poemas surrealistas. Voltando a Espanha, criou um movimento de teatro chamado La Barraca. Foi ainda um excelente pintor, compositor e pianista. Como autor de teatro, Lorca fez incursões no drama histórico e na farsa antes de obter sucesso com a tragédia. As três tragédias rurais passadas na Andaluzia, Bodas de Sangue (1933), Yerma (1934) e A Casa de Bernarda Alba (1936) asseguraram a sua posição como grande dramaturgo.
Em julho de 1936, alarmado pelo começo da Guerra Civil, Lorca deixou Madrid e partiu para Granada, mas a sua premonição de uma morte fatal, que atravessa toda a sua obra, concretizou-se quando, numa noite, foi assassinado por nacionalistas.

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