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Livro eBook
Editor: Assírio & Alvim, outubro de 2013 ‧
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Uma excelente antologia de um dos maiores poetas do século XX, com seleção e tradução de Eugénio de Andrade.

O SILÊNCIO
Ouve, meu filho, o silêncio.
É um silêncio ondulado,
um silêncio
donde resvalam ecos e vales,
e que inclina a fronte
para o chão.

Poemas

de Federico Garcia Lorca

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1709-9
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: outubro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 205 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Coleção: Documenta Poetica
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972371709912
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Dois poetas

Emanuel Guerreiro

Entre a composição original de Lorca e a tradução cuidada de Eugénio de Andrade, este livro permite o conhecimento do poeta espanhol e embala-nos nas palavras do poeta português: «Deixa-me a tua lembrança,/deixa-ma só no meu peito.».

Lindíssimo

Inês V.

Um livro que nos inspira e nos encanta com a sua beleza. Recomendo a todos os amantes de poesia!

SOBRE O AUTOR

Federico Garcia Lorca

Federico García Lorca (Fuente Vaqueros, 1898-Granada, 1936), foi poeta e dramaturgo, conhecido também como músico e artista. Nascido na Andaluzia, estudou Direito em Granada e transferiu-se mais tarde para Madrid, onde fez amizade com artistas como Luis Buñuel e Salvador Dalí e os poetas Rafael Alberti e Juan Ramón Jiménez. Aí publicou os seus primeiros poemas. Concluído o curso, foi para os Estados Unidos e para Cuba, período turbulento em que escreveu os seus poemas surrealistas. Voltando a Espanha, criou um movimento de teatro chamado La Barraca. Foi ainda um excelente pintor, compositor e pianista. Como autor de teatro, Lorca fez incursões no drama histórico e na farsa antes de obter sucesso com a tragédia. As três tragédias rurais passadas na Andaluzia, Bodas de Sangue (1933), Yerma (1934) e A Casa de Bernarda Alba (1936) asseguraram a sua posição como grande dramaturgo.
Em julho de 1936, alarmado pelo começo da Guerra Civil, Lorca deixou Madrid e partiu para Granada, mas a sua premonição de uma morte fatal, que atravessa toda a sua obra, concretizou-se quando, numa noite, foi assassinado por nacionalistas.

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