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Writings On Art And Poetical Theory

de Fernando Pessoa
idioma: inglês
Editor: ERIS, fevereiro de 2026 ‧
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"Sincerity is the one great artistic crime. Insincerity is the second greatest."

In addition to his literary and fictional works, Fernando Pessoa wrote a multiplicity of theoretical texts concerning literature and aesthetics. In Writings on Art and Poetical Theory we see Pessoa exploring, under the guise of various heteronyms, general theories on poetics, the poetry produced by his other heteronyms, and the uses and abuses of criticism. Also included are essays on translation, the sensationist movement, and the history of English literature.

This edition, prepared by Nuno Ribeiro and Cláudia Souza, provides a fascinating overview of Pessoa’s writings on art and poetic theory¿most of which are presented here for the first time to English readers¿thereby opening the way for future studies on one of the most significant authors of Portuguese modernism.

Writings On Art And Poetical Theory

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 9781916809659
Editor: ERIS
Data de Lançamento: fevereiro de 2026
Idioma: Inglês
Dimensões: 132 x 231 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 242
Tipo de produto: Livro
Coleção: Critical Century
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Poesia
Livros em Inglês > Literatura > História da Literatura
EAN: 9781916809659

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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