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Poesias - Ortónimo

(uma seleção)

de Fernando Pessoa
Editor: Porto Editora, maio de 2015 ‧
8,85€
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EM STOCK -
Metas Curriculares de Português
Leitura obrigatória para o 9 e 12.º anos de escolaridade.

O que dizer sobre o poeta mais genial da língua portuguesa? Deixemos que seja o próprio a fazê-lo:
Se estou só, quero não ‘star,
Se não ‘stou, quero ‘star só.
Enfim, quero sempre estar
Da maneira que não estou.

A Coleção Educação Literária reúne obras de referência da literatura portuguesa e universal indicadas pelas Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

Poesias - Ortónimo

(uma seleção)

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72665-0
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: maio de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Coleção: Educação Literária
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 978972072665011
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

'Obrigatório' por Opção

P. Vicente

Um livro 'obrigatório' mesmo que o não fosse ou não tivesse sido! Fernando Pessoa - o génio incontornável na literatura Portuguesa.

Cada poesia faz-me viajar

Cláudia Ferreira

Acho um livro indicado para quem quer começar a ler poesia. Uma ótima compilação de poemas, acompanhado por espetaculares ilustrações, que ajudam na interpretação do texto. Cada vez gosto mais deste magnifico escritor, não só pela forma única como escreveu as suas obras, mas também pela escolha de palavras e até pela forma como disserta as suas inquietações. 'Ai de mim se eu pudesse Saber o que em mim vai!'

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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