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Poemas

de Bertolt Brecht
Editor: Relógio D'Água, setembro de 2023 ‧
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«A presente edição inclui, além do acervo de Poemas e Canções e dos poucos poemas publicados depois desta colectânea, todas as traduções inéditas em vida do tradutor. Não pode, evidentemente, afastar-se a hipótese de que, a terem sido preparadas por Paulo Quintela para publicação, as versões portuguesas dos textos de Brecht pudessem ter sido ainda sujeitas a uma mais ou menos profunda revisão. A verdade, porém, é que o já referido estado dos manuscritos, quase sempre integralmente limpos de emendas, rasuras ou outras anotações, bem como a circunstância de os poemas publicados em vida do tradutor reproduzirem quase sem alterações a versão manuscrita encontrada no espólio, legitimam plenamente o trazer a público do vasto conjunto de traduções deixadas inéditas.»

Do Posfácio de António Sousa Ribeiro

Poemas

de Bertolt Brecht

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897833533
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: setembro de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 235 x 33 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 504
Tipo de produto: Livro
Coleção: Poesia
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789897833533

Sentimento brutal

Claudino Moura

A poesia de Brecht provém muitas vezes das suas obras teatrais. São poemas duros, directos, com linguagem quotidiana, sobre temas do quotidiano mas também sobre sentimento e sobre o absurdo. São poemas que, reflectindo sobre a condição humana, nos inspiram a um mundo melhor.

SOBRE O AUTOR

Bertolt Brecht

Bertolt Brecht (1898-1956)
Dramaturgo, poeta, romancista e ensaísta , nasceu em Augsburg, Alemanha, a 10 de fevereiro de 1898.
Em 1917 iniciou o curso de medicina em Munique, mas logo foi convocado pelo exército, indo trabalhar como enfermeiro num hospital militar. Aquele que se iria tornar uma das mais importantes figuras do teatro do século XX, cedo começou a escrever os seus primeiros poemas e cedo se rebelou contra os "falsos padrões" da arte e da vida burguesa, corroídas pela Primeira Guerra. Tal atitude reflete-se já na sua primeira peça, o drama expressionista "Baal", de 1918. Colabora com os diretores Max Reinhardt e Erwin Piscator. Em 1928, faz com Kurt Weill a "Ópera de Três Vinténs". Com a ascensão de Hitler, deixa o país em 1933, e exila-se em países como a Dinamarca e Estados Unidos da América, onde sobrevive à custa de trabalhos para Hollywood. Faz da crítica ao nazismo e à guerra tema de obras como "Mãe coragem e seus filhos" (1939). Dos Estados Unidos, vítima do macartismo, parte em 1947 para a Suíça onde redige o "Pequeno Organon", suma de sua teoria teatral. Volta à Alemanha em 1948, onde funda, no ano seguinte, em Berlim Leste, a companhia Berliner Ensemble.
Bertolt Brecht destacou-se também na poesia, de forte conteúdo social.
Morreu em Berlim, a 14 de agosto 1956.

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