Poemas

de Bertolt Brecht
Editor: Edições Asa, maio de 2009 ‧
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Considerado um dos maiores dramaturgos do século XX, Brecht foi também um grande poeta, quer na poesia que escreveu a vida inteira, quer nos poemas que intercalou - como outros passos em verso - nas suas peças; e, em alemão, a sua importância e influência como poeta veio, como Trakl e Benn, a transcender a de Rilke.
Versão Portuguesa de Paulo Quintela. Organização da edição e prefácio de António Souza Ribeiro.

Poemas

de Bertolt Brecht

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724152998
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: maio de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 215 x 46 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 672
Tipo de produto: Livro
Coleção: Terra Imóvel
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789724152998

Poemas de Bertolt Brecht

Marcelo Rebelo

Bertolt Brecht destacou-se no teatro, mas este livro demonstra o seu génio na poesia. Poesia que é uma reflexão sobre as realidades deste mundo. A segunda grande guerra foi um momento da história que colocou a humanidade diante da consicência do que é a própria humanidade e que caminhos seguir, e essa consciência está claramente patente nesta obra de Brecht. São centenas de páginas e poemas que nos lembram a nossa condição humana que é vivida não de modo solitário, mas embrenhados num mundo social. Este livro contém poemas deliciosos como: Louvor do Aprender entre tantos outros. Um livro a não perder!

SOBRE O AUTOR

Bertolt Brecht

Bertolt Brecht (1898-1956)
Dramaturgo, poeta, romancista e ensaísta , nasceu em Augsburg, Alemanha, a 10 de fevereiro de 1898.
Em 1917 iniciou o curso de medicina em Munique, mas logo foi convocado pelo exército, indo trabalhar como enfermeiro num hospital militar. Aquele que se iria tornar uma das mais importantes figuras do teatro do século XX, cedo começou a escrever os seus primeiros poemas e cedo se rebelou contra os "falsos padrões" da arte e da vida burguesa, corroídas pela Primeira Guerra. Tal atitude reflete-se já na sua primeira peça, o drama expressionista "Baal", de 1918. Colabora com os diretores Max Reinhardt e Erwin Piscator. Em 1928, faz com Kurt Weill a "Ópera de Três Vinténs". Com a ascensão de Hitler, deixa o país em 1933, e exila-se em países como a Dinamarca e Estados Unidos da América, onde sobrevive à custa de trabalhos para Hollywood. Faz da crítica ao nazismo e à guerra tema de obras como "Mãe coragem e seus filhos" (1939). Dos Estados Unidos, vítima do macartismo, parte em 1947 para a Suíça onde redige o "Pequeno Organon", suma de sua teoria teatral. Volta à Alemanha em 1948, onde funda, no ano seguinte, em Berlim Leste, a companhia Berliner Ensemble.
Bertolt Brecht destacou-se também na poesia, de forte conteúdo social.
Morreu em Berlim, a 14 de agosto 1956.

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