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Os Maias

de Eça de Queiroz
Editor: Editora Guerra & Paz, setembro de 2015 ‧
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Os Maias, o mais importante romance de Eça de Queiroz, escrito em 1888.
A história de uma família ao longo de três gerações que culmina na descoberta de um amor incestuoso, converteu-se no mais importante clássico da literatura portuguesa.

Os Maias

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897021596
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: setembro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 233 x 35 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 592
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos da Guerra e Paz
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897021596

O Romance do século XIX português

Maria Paula

Eça de Queirós apresenta aguarelas realistas de uma família, de um país e de um século. Essas imagens fazem parte do inconsciente coletivo e perduram, são a nossa memória e o nosso presente.

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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