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Os Apontamentos

de José Saramago

Livro eBook
editor: Porto Editora, julho de 2014
Editoriais do Diário de Notícias e crónicas publicadas no Diário de Lisboa, onde Saramago sublinha: «No meio de tantas palavras, não encontro senão duas que gostosamente apagaria se não fosse o escrúpulo de proteger o meu próprio respeito. É quando, uma e outra vez, falo de "jornalistas revolucionários". Como se não bastasse a ingenuidade de os imaginar assim, ainda fui cair na presunção de me incluir no grupo. Ilusão minha, ilusão nossa.»
Em Apontamentos, podemos seguir o olhar de Saramago, nomeadamente, sobre «os emigrantes, hoje e sempre»; «os franceses de torna-viagem»; «as regras da convivência»; «o eufemismo como política», ou «a resistência renegada». Ganhou a língua e toda a literatura portuguesa. Uma forma de conhecer com alguma profundidade o lado militante de José Saramago, que aqui surge de forma bastante evidente, ao contrário das suas obras de ficção, onde as convicções políticas, embora lá, aparecem de forma bastante mais diluída. Para descobrir a fase em que José Saramago alertava para os perigos do fascismo e para as virtudes do socialismo.
Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998.

Caligrafia da capa por MARIA DO CÉU GUERRA

Os Apontamentos

de José Saramago

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04688-8
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: julho de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 30 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 440
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de José Saramago
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 978972004688811
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
e e e e E

Review sobre Os Apontamentos

Diogo S.

Neste livro, são recolhidos vários excertos do que saramago foi dizendo ao longo de anos no Diário de Lisboa, entre outros jornais, desde crónicas a ensaios.

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Critica ao Senso Comum

Gonçalo Constantino

Sempre atento a sociedade, remexendo e questionando os problemas actuas e apresentando as suas criticas, um tipo de livro e um escritor que fazem falta ao nosso pais e a sociedade no geral.

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Saramago Cronista

Valdenir Pessoa.'.

Livro excepcional! Um dos melhores desse gênero já lançado de José Saramago. Mostra um Saramago consciente de sua missão como escritor, sóbrio e totalmente convincente em suas ideias. Super recomendado!

José Saramago

Prémio Nobel de Literatura, 1998

Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga.
As noites passadas na biblioteca pública do Palácio Galveias, em Lisboa, foram fundamentais para a sua formação. «E foi aí, sem ajudas nem conselhos, apenas guiado pela curiosidade e pela vontade de aprender, que o meu gosto pela leitura se desenvolveu e apurou.»
Em 1947 publicou o seu primeiro livro que intitulou A Viúva, mas que, por razões editoriais, viria a sair com o título de Terra do Pecado. Seis anos depois, em 1953, terminaria o romance Claraboia, publicado apenas após a sua morte.
No final dos anos 50 tornou-se responsável pela produção na Editorial Estúdios Cor, função que conjugaria com a de tradutor, a partir de 1955, e de crítico literário.
Regressa à escrita em 1966 com Os Poemas Possíveis.
Em 1971 assumiu funções de editorialista no Diário de Lisboa e em abril de 1975 é nomeado diretor-adjunto do Diário de Notícias.
No princípio de 1976 instala-se no Lavre para documentar o seu projeto de escrever sobre os camponeses sem terra. Assim nasceu o romance Levantado do Chão e o modo de narrar que caracteriza a sua ficção novelesca. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo.
No ano de 2007 foi criada em Lisboa uma Fundação com o seu nome, que trabalha pela difusão da literatura, pela defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, tomando como documento orientador a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desde 2012 a Fundação José Saramago tem a sua sede na Casa dos Bicos, em Lisboa.
José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou postumamente, a 16 de novembro de 2021, José Saramago com o grande-colar da Ordem de Camões, pelos "serviços únicos prestados à cultura e à língua portuguesas", no arranque das comemorações do centenário do nascimento do escritor.

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