Obra poética - I
Livro 12
Livro
eBook
Editor:
Porto Editora, junho de 2020 ‧
ver detalhes do produto
22,20€
10% DESCONTO
CARTÃO
YzBaRVNEaFROMk5YUzNaR2QwOWtSR3hQVDJGUFltVXJOMjVrWkRjM1FYcE5Ra056UzNKa2JrcExSV2xCVDJWSFJ6a3ZkV3h3VEROaFNYZDJielpIVWtSdFEwaE9UVXRJTTBWVEwxa3dTMUV4TlVWblFsVk1SR0ZFU1dvNVEzTllaRXhSY0c1dUwwRnhhRVoyVVVOT2VHeGpXRmQwYVdvNE5USmlXVmRMZW5jclFTdHlPRmxQVlRGQlJFeEVWRkV6Ukc5MlkxaEdTV2hDTjNaRGRWUmpValEzTDBWbEszWk5NVkp2THpWWldFSnNNR0poY2xaSlJEQXlOSEpFTm05a1R6bE1kbUZLUVVoTFZUQmFPR0Z1ZDBoTFdXVTVWMkpaVnpOTFFYcENlV05ST1ZGSlNFbHBkRXBhZW01RWJHWm1NV0ZaVWxkWVUyMXBRMXBZTURWQ0wwd3lTREpCWmxWWlExSllTR2R1YW05QmFIZGxVMVJPYTNVd1JGRk9iME5VVWpkUVF5OVhSRVI2TDJWMFdqbEtUR2hUV1N0c2QwNVVNMjl3YjBObFZIUTNielZNTHpZMk9YSlJaVlZNYVZOek1sVlpiVmhpTkN0NFVqVTJURmxJU1dwblV6QjVWekl6WkdSRVpWZFNlVzB5VURkU1pGTlViMk16YUZoVmMzZGtSR1ZpWm1SaU9UVkJSRzFoVFZJemFWTlVZbTkyUWtseFN6bGxjREF5U1RoTVRUWlRRblppUmk5T1RWWTRiRE13TWtOa2FIUkNSSFJQYXpaVWNXMUxXWEYySzJaRkt6TnBSakl3TWtwU1JIWktUbGRYTVd4M2FDdHJibVphVUdkbGFtZDJjMEZyZEdaNVNuaG9VRE5rV0VkdllrRkNNWFF4YnpkQk9VNXViRVpTYld0SmJVaEJWMHRPZGtaMVdtUTFabEJ0VnpkVFZTOXVhRFZ3Vm0xNEt6SkVZMUZEVjFaNFoxRXpUVFZMVmpoV1lXWk1hakJWUTJGWWVVMURlVVpMV0VZNVdXNUxkVzVGVmxobFltNTFSRlZuVjJOMFRVRmpURlZRV2xoVkszTk1jMm80UkU5UGFWbGxTRXhyWlVvMU5USlFOR0U1VTNoM01qaFpObEIwYW5Jd1JGbzFOa3B5TkZkR1JITnljbUpQZEdab1ZsZFBNbVIwU3pKNE1GUXlVbmxpU21jeGJVNXBabVJIVFV4U2JWVjZWbUZLTTI1VU4xbExRMVp0ZVdKTGFEQlllV0ZFU0ZkbFptbDNRMkZMYmpKeE1VOUhWR2MyUmpKbVdGcE9ZbEV6TXpCT0wwcEJhbEUzUldkMlYyNUlaV1Z6WnpVeWVXTkxZWEF6T0ZWbTpaajFnOU5pb0Q3VFRZTWtMSEVWdC93PT0=
EM STOCK
-
portes grátis
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
SINOPSE
Artur do Cruzeiro Seixas é agora um homem com o tamanho de cem anos. Cada um dos seus gestos é um século em movimento. Penso nisso em todos os encontros, penso em como os génios sempre independem do tempo e se definem pelo incrível.
Na ansiedade de Cruzeiro Seixas, essa imparável pulsão começadora, nada se exclui. Tantas vezes lhe ouvi o protesto contra qualquer existência estúpida, aquela incapaz do sensível e do criativo, aquela incapaz da humanização que a arte e o conhecimento comportam. Para o grande e genial mestre a vida é uma gula que se revela em todas as formas de maravilha, a partir do fascínio ou do susto, a partir do belo e do que se torna belo em seu genuíno tremendismo.
A elogio da sombra repõe agora os volumes organizados por Isabel Meyrelles e que atónito, há umas décadas, encontrei inéditos na casa do mestre, ainda na carismática casa da Rua da Rosa. Mais adiante, daremos à estampa um quarto volume recolhendo os poemas dispersos. Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário.
Uma das figuras maiores do surrealismo do mundo, Artur do Cruzeiro Seixas ergue a poesia como "a boca que olha". Tão feita do improvável quanto de presciência. Graça alquímica. A transcendência dos que foram eleitos para ver.
Valter Hugo Mãe
Na ansiedade de Cruzeiro Seixas, essa imparável pulsão começadora, nada se exclui. Tantas vezes lhe ouvi o protesto contra qualquer existência estúpida, aquela incapaz do sensível e do criativo, aquela incapaz da humanização que a arte e o conhecimento comportam. Para o grande e genial mestre a vida é uma gula que se revela em todas as formas de maravilha, a partir do fascínio ou do susto, a partir do belo e do que se torna belo em seu genuíno tremendismo.
A elogio da sombra repõe agora os volumes organizados por Isabel Meyrelles e que atónito, há umas décadas, encontrei inéditos na casa do mestre, ainda na carismática casa da Rua da Rosa. Mais adiante, daremos à estampa um quarto volume recolhendo os poemas dispersos. Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário.
Uma das figuras maiores do surrealismo do mundo, Artur do Cruzeiro Seixas ergue a poesia como "a boca que olha". Tão feita do improvável quanto de presciência. Graça alquímica. A transcendência dos que foram eleitos para ver.
Valter Hugo Mãe
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-03302-4 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | junho de 2020 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 160 x 198 x 25 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 272 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Elogio da sombra |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 978972003302410 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
a oratória dos mansos10%Porto Editora17,75€ 10% CARTÃOportes grátis
-
Autópsia [poesia reunida]10%Porto Editora15,50€ 10% CARTÃO