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Obra Completa de Álvaro de Campos

de Fernando Pessoa
Editor: Tinta da China, novembro de 2019 ‧
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Os três heterónimos mais conhecidos de Fernando Pessoa.

Três obras completas reunidas pela primeira vez em três volumes que já se tornaram de referência para os estudos pessoanos agora, pela primeira vez, a trilogia ganha novas versões de bolso, nas edições de cantos redondos, com a ortografia actualizada (adequada também para o público escolar), mas com o rigor de sempre.

Três novos livros de bolso na Colecção Pessoa, dirigida por Jerónimo Pizarro

Obra Completa de Álvaro de Campos

de Fernando Pessoa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896715052
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: novembro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 185 x 46 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 624
Tipo de produto: Livro
Coleção: Colecção Pessoa
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896715052

Imperdível

LS

Uma obra obrigatória a ter para todos os fãs de Fernando Pessoa. Para consultar, ler e reler.

O Futurismo de Pessoa

Luís Martins

Álvaro de Campos é o progresso e a modernidade de Pessoa, numa visão maquinal da humanidade, onde as palavras ganham o som revolta e inconformismo. Um livro excelente pela organização e forma como nos mostra este heterónimo de Fernando Pessoa.

Poesia

MC

Na linha que devemos esperar da obra de Fernando Pessoa, no caso de um dos seus heterónimos, com poemas sublimes de significado da Vida, como, por exemplo, os poemas Tabacaria e Ultimatum..

Eximiamente organizado

Eduardo Mota

Nesta edição organizada por Jerónimo Pizarro, um dos mais prestigiados estudiosos pessoanos, temos acesso a todo o espólio de Álvaro de Campos. Estando incluídos, além de toda a sua poesia e prosa, fragmentos de documentos de Pessoa e mesmo excertos de entrevistas e correspondência do mesmo. Propiciandoo assim, quer ao ávido leitor de pessoa, quer ao mais recente apaixonado, uma viagem inesquecível pelo obra daquele que é, discutívelmente, um dos mais importantes heterónimos de Pessoa.

SOBRE O AUTOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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