O Senhor Calvino

de Gonçalo M. Tavares
Editor: Editorial Caminho, novembro de 2005 ‧

A chegada de mais um habitante para «O Bairro» é motivo de satisfação para os anteriores residentes.
Gonçalo M. Tavares retoma a sua obra de construção de um espaço único e inigualável.

Do alto de mais de trinta andares, alguém atira da janela abaixo os sapatos de Calvino e a sua gravata. Calvino não tem tempo para pensar, está atrasado, atira-se também da janela, como que em perseguição.

O Senhor Calvino

de Gonçalo M. Tavares

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722117609
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: novembro de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 216 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de produto: Livro
Coleção: O Bairro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722117609
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Gonçalo M. Tavares

Gonçalo M. Tavares é autor de uma vasta obra que está a ser traduzida em mais de sessenta países. A sua linguagem em rutura com as tradições líricas portuguesas e a subversão dos géneros literários fazem dele um dos mais inovadores escritores europeus da atualidade. Recentemente, Le Quartier (O Bairro), de Gonçalo M. Tavares, recebeu o prestigioso Prix Laure-Bataillon 2021, atribuído ao melhor livro traduzido em França, sucedendo assim à Nobel da Literatura Olga Tokarczuk, que recebeu este prémio em 2019, e ao escritor catalão Miquel de Palol. Ainda em 2021, O Osso do Meio foi também distinguido no Oceanos, um dos mais relevantes prémios de língua portuguesa. De entre a sua vasta bibliografia, vinte e duas das suas obras já foram distinguidas, em diversos países. Foi seis vezes finalista do prémio Oceanos, tendo sido premiado três vezes. Foi ainda duas vezes finalista do Prix Médicis e duas vezes finalista do Prix Femina, entre outras distinções de relevo, como o Prix du Meilleur Livre Étranger em 2010. Saramago vaticinou-lhe o Prémio Nobel. Vasco Graça Moura escreveu que Uma Viagem à Índia dará ainda que falar dentro de cem anos. A The New Yorker afirmou que, tal como em Kafka e Beckett, Gonçalo M. Tavares mostrava que a «lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão».

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