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Dicionário de Artistas

Breves notas

de Gonçalo M. Tavares
Editor: Relógio D'Água, dezembro de 2021 ‧
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Este Dicionário de Artistas, este Museu, parte de um pormenor, detalhe ínfimo ou centro centralíssimo, da obra de um artista, e daí o texto vai para outro local qualquer. Como um animal que tem fome parte do ninho para um ponto onde pressente o alimento, assim parte o texto à sua vida. Mas nada de didáctico ou explicativo, os textos deste Dicionário são seres autónomos que saem à rua livres e bem sozinhos depois da meia-noite.

Dicionário de Artistas

Breves notas

de Gonçalo M. Tavares

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897831645
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: dezembro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 219 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Gonçalo M. Tavares
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789897831645

INTERESSANTE!

A. Oliveira

O autor partilha as palavras que lhe surgem através da observação de obras de outros artistas. Uma visão muito pessoal, que cruza a arte a vida quotidiana.

Cada texto desperta em nós pensamentos e memórias.

Maria Paula

Uma escrita concisa, objetiva, assertiva e emotiva.

SOBRE O AUTOR

Gonçalo M. Tavares

Gonçalo M. Tavares é autor de uma vasta obra que está a ser traduzida em mais de sessenta países. A sua linguagem em rutura com as tradições líricas portuguesas e a subversão dos géneros literários fazem dele um dos mais inovadores escritores europeus da atualidade. Recentemente, Le Quartier (O Bairro), de Gonçalo M. Tavares, recebeu o prestigioso Prix Laure-Bataillon 2021, atribuído ao melhor livro traduzido em França, sucedendo assim à Nobel da Literatura Olga Tokarczuk, que recebeu este prémio em 2019, e ao escritor catalão Miquel de Palol. Ainda em 2021, O Osso do Meio foi também distinguido no Oceanos, um dos mais relevantes prémios de língua portuguesa. De entre a sua vasta bibliografia, vinte e duas das suas obras já foram distinguidas, em diversos países. Foi seis vezes finalista do prémio Oceanos, tendo sido premiado três vezes. Foi ainda duas vezes finalista do Prix Médicis e duas vezes finalista do Prix Femina, entre outras distinções de relevo, como o Prix du Meilleur Livre Étranger em 2010. Saramago vaticinou-lhe o Prémio Nobel. Vasco Graça Moura escreveu que Uma Viagem à Índia dará ainda que falar dentro de cem anos. A The New Yorker afirmou que, tal como em Kafka e Beckett, Gonçalo M. Tavares mostrava que a «lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão».

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