O Senhor Breton e a entrevista

de Gonçalo M. Tavares
Editor: Editorial Caminho, dezembro de 2008 ‧
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Oitavo título desta colecção - na qual o autor tece uma imaginativa teia com e entre personalidades / personagens literários que moram todos no mesmo bairro (um bairro de referências literárias do autor?) -, este livro marca um importante ponto de viragem, podendo ser considerado tão inovador como foi o primeiro - O Senhor Valéry. O Senhor Breton faz 10 perguntas a si próprio; perguntas que nunca têm resposta, mas que denotam todo um complexo universo pessoal...

« O que é particularmente interessante nesta proposta é que a poesia do inconsciente parece muito longe dos interesses de Gonçalo Tavares, o escritor mais consciente e reflexivo da sua geração. Talvez por isso, é menos a poesia em si mesma que está em causa e mais a teoria poética. Ou seja, menos o Breton dos poemas e mais o Breton dos manifestos.
Qual será a palavra central de um poema? Será a poesia a linguagem a partir-se em dois? O pensamento é inestético? Há palavras felizes e infelizes? A poesia é para comer? Eis algumas das perguntas que Breton faz a Breton.»
Pedro Mexia, Público

O Senhor Breton e a entrevista

de Gonçalo M. Tavares

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722120142
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: dezembro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 215 x 10 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 68
Tipo de produto: Livro
Coleção: O Bairro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789722120142

SOBRE O AUTOR

Gonçalo M. Tavares

Gonçalo M. Tavares é autor de uma vasta obra que está a ser traduzida em mais de sessenta países. A sua linguagem em rutura com as tradições líricas portuguesas e a subversão dos géneros literários fazem dele um dos mais inovadores escritores europeus da atualidade. Recentemente, Le Quartier (O Bairro), de Gonçalo M. Tavares, recebeu o prestigioso Prix Laure-Bataillon 2021, atribuído ao melhor livro traduzido em França, sucedendo assim à Nobel da Literatura Olga Tokarczuk, que recebeu este prémio em 2019, e ao escritor catalão Miquel de Palol. Ainda em 2021, O Osso do Meio foi também distinguido no Oceanos, um dos mais relevantes prémios de língua portuguesa. De entre a sua vasta bibliografia, vinte e duas das suas obras já foram distinguidas, em diversos países. Foi seis vezes finalista do prémio Oceanos, tendo sido premiado três vezes. Foi ainda duas vezes finalista do Prix Médicis e duas vezes finalista do Prix Femina, entre outras distinções de relevo, como o Prix du Meilleur Livre Étranger em 2010. Saramago vaticinou-lhe o Prémio Nobel. Vasco Graça Moura escreveu que Uma Viagem à Índia dará ainda que falar dentro de cem anos. A The New Yorker afirmou que, tal como em Kafka e Beckett, Gonçalo M. Tavares mostrava que a «lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão».

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