O Primo Basílio

de Eça de Queiroz
Editor: Livraria Civilização Editora, novembro de 2012 ‧
O Primo Basílio, um romance de costumes publicado pela primeira vez em 1878, satiriza a moralidade de uma família burguesa da época.

Jorge e Luísa são o típico casal burguês da classe média lisboeta. Para a sua felicidade estar completa, esperam apenas um filho. Mas este equilíbrio familiar fica em risco com a partida de Jorge para o Alentejo, onde irá ficar durante longas semanas. É então que Luísa, aborrecida e sozinha em casa, recebe a visita do seu primo Basílio, que lhe fizera a corte antes de partir para o Brasil e enriquecer. Basílio tece uma malha em volta de Luísa, arrastando-a para o adultério numa história de chantagem, imoralidade e tragédia.

O Primo Basílio

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722635936
Editor: Livraria Civilização Editora
Data de Lançamento: novembro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 209 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 375
Tipo de produto: Livro
Coleção: Novos Clássicos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722635936

leitura maravilhosa

Bárbara Rodrigues

Não estava à espera de uma leitura tão fácil e divertida. Adorei e odiei a Juliana, "a tripa velha". Sem dúvida que é um grande clássico, com uma crítica forte à sociedade.

Classico

Gorete Fernandes

O Primo Basílio é para mim uma releitura excelente nesta maravilhosa coleção de capa dura

a ler ou reler

Maria Teresa Meireles

Um indiscutível clássico, escrito à boa maneira de Eça de Queirós - inteligência e humor; perspicácia e eficácia de/na escrita.

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal Distrito de Évora, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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