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O Livro de Cesário Verde

(uma seleção)

de Cesário Verde
Editor: Porto Editora, junho de 2015 ‧
8,85€
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EM STOCK -
Metas Curriculares de Português
Leitura obrigatória para o 11.º ano de escolaridade.
Leitura recomendada para o 8.º ano de escolaridade.

Naquele pic-nic de burguesas,
Houve uma coisa simplesmente bela,
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.

Cesário Verde, o "repórter do quotidiano", consegue, como nenhum outro poeta português, observar os pormenores mais prosaicos da realidade exterior - da cidade e do campo -, captá-los através de todos os sentidos e representá-los em verdadeiras aguarelas que são os seus poemas.

A Coleção Educação Literária reúne obras de referência da literatura portuguesa e universal indicadas pelas Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

O Livro de Cesário Verde

(uma seleção)

de Cesário Verde

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72729-9
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: junho de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Coleção: Educação Literária
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 978972072729910
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

O Livro de Cesário Verde

David Laranjeira

Os amantes da poesia Pessoana (bem como de poesia em geral) poderão lêr nestas páginas uma das influencias maiores para a arte de Pessoa.

Cesário Verde

Judite Lima

Cesário Verde é um dos maiores poetas portugueses . Já Pessoa, através da sua arte expressou essa realidade. Comrei o livro como oferenda a um filho de uma amiga, no final do seu secundário. Adora Cesário Verde! .

SOBRE O AUTOR

Cesário Verde

Cesário Verde nasce em 1855, em Lisboa. Aos 18 anos publica os primeiros versos no «Diário de Notícias», pela mão de Eduardo Coelho (fundador do jornal), que fora caixeiro na loja de seu pai.
Entre 1874 e 1875 publica vários poemas noutros jornais e revistas. É atacado pelo «Diário Ilustrado», ao qual responde com uma sátira (que não antologia para «O Livro»); Ramalho Ortigão critica-o sem entendimento e com arrogância.
Durante o ano de 1876 publica com menos frequência e nos anos que se seguem continua a ser alvo de mais críticas e maior incompreensão.
Em 1880 publica «O Sentimento dum Ocidental» em «Portugal a Camões» (número especial do «Jornal de Viagens», no âmbito das comemorações do tricentenário da morte de Camões), Porto.
O poema «Nós» é publicado n’ «A Ilustração», em Paris, em 1884.
O seu estado de saúde começa a agravar-se, vindo a morrer de tuberculose a 19 de julho de 1886.
Em 1887 Silva Pinto publica «O Livro de Cesário Verde», com uma tiragem de 200 exemplares.

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