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O Deus que Matava Poemas

de Alberto Pereira
Editor: Glaciar, Janeiro de 2016 ‧
11,95€
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Neste livro de contos breves em que Deus ocupa uma posição transversal, Alberto Pereira narra as vivências caóticas de personagens que poderiam ser reais, desviando-se dos enredos tradicionais de crimes, mistérios e paixões.

O Deus que Matava Poemas

de Alberto Pereira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898776280
Editor: Glaciar
Data de Lançamento: Janeiro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 232 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficções
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789898776280

Sublime

AL

Já conhecia a sublime poesia de Alberto Pereira. E é surpreendente que mesmo mudando de registo, aplicando uma técnica de escrita mais límpida, estes 14 contos têm sempre um final que nos transporta para o que nunca conseguimos discernir durante a história. Surpresa é o que podemos esperar no apeadeiro das últimas linhas. Excelente livro este "O Deus que matava poemas".

CONTOS COM FIM SURPREENDENTE

J. M.

Alberto Pereira consegue nestas curtas narrativas que abordam vários temas, construir histórias onde temos que caminhar até à última linha para discernir fins que mostram uma criatividade robusta.

Assim falava...

Pedro Kosta

Assim falava Zaratustra. O anticristo. Não consigo nunca fazer esta viagem de uma passada só. Tenho de aterrar e sentir o solo, tal a vertigem em que me coloca. Gosto disso. A literatura portuguesa precisa de mais autores assim, que se dediquem à investigação do cosmos neuronal.

SOBRE O AUTOR

Alberto Pereira

Alberto Pereira, escritor português. Nasceu em Lisboa. Licenciado em Enfermagem. Pós-graduado na área Forense. Diplomado em Hipnose Clínica.
Membro do PEN Clube Português.
Publicou os livros: O áspero hálito do amanhã (2008); Amanhecem nas rugas precipícios (2011); Poemas com Alzheimer (2013); O Deus que matava poemas (2015); Biografia das primeiras coisas (2016); Viagem à demência dos pássaros (2017); Bairro de Lata (2017); Como num naufrágio interior morremos (2019) e Neve interior (2021).
Participou em coletâneas de contos e poesia. Alguns dos seus poemas foram traduzidos para espanhol, francês e inglês. Foi distinguido com vários prémios dos quais se destacam: 1º Prémio no Concurso Literário Conto por Conto (2011); 1º Prémio no Concurso de Poesia Agostinho Gomes (2013); 1º Prémio no Concurso Literário Manuel António Pina – Museu Nacional da Imprensa (2013) e Menção Honrosa (2014, 2015, 2017, 2018, 2020); Menção Honrosa no Prémio Internacional de Poesia Glória de Sant'Anna (2018 e 2020), respetivamente com os livros, Viagem à demência dos pássaros e Como num naufrágio interior morremos; Menção Honrosa no Prémio Internacional de Poesia Natália Correia (2021) com o livro Ecocardiodrama |Inédito|. Finalista do 21º Concurso de Contos Paulo Leminski – Paraná, Brasil (2010) e do Prémio Internacional de Poesia António Salvado (2021) com a obra Mulheres legendadas de Alzheimer |Inédito|.

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