O Jardim da Celeste
Editor:
Editorial Novembro, Janeiro de 2023 ‧
ver detalhes do produto
15,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
WmpoTFZWTmxWV1J3Um1JemRXNW5XRXhsWmpONFIzUkVNWEVyV0hWclJDczNjVzVNWjJ4SU9XdHVWVEJ2VkVKTFZVczVXVE15ZEVWck9FWlVRMjFpWm5kRmNISkNORTFuYlU1TkwyOWtUUzkyWTIwNFNEWlljamRQUjNGMlpVWnpPVFE1TDNFNWJIQTRaakp2YTNoNFRFRnVWVW80VG5KVmNtWTNRVXR6YjNkeloxUkphMUo1ZEhZelMyMTZkRVkyVWtkeVJUZFNXRGR2Y2s1SVpqZG5kREJhUVd0RlRFSmFVMjh3ZG1OemFGUnlZbm95T0V0a2VHazFVek0wVVRFelpUVTJUR1ZZTUd4dk1HRnNORWsyTkdWa1NESjZibkpyVmtsa2RUVmpaRUZzYW5GcmFVeFpUVVJRTVdOWVJ6ZG9RMGx0Y3pCeWFFWk5Za2x3ZHpCQlUyRlNjREpZUm1kemVUUnRkVWRuZVRBM2FVdzNOMlpOTDJjM1MzSnVaRkZvVGs1NE1IZ3hXR0l6VGk5Nk9IUnhhbHBhVERGalF6WlZXalZtY0V4WFYzbFhiRGczUkdoaEszUkdSaXRvTWxjNFVXRlZNM05WU0ZsMFpWQldXRk5wTUhjd1VtbHRiSFpYVTJ0dFJXbFhPVUZ4Y0c1d2MzQTBjVkpETTFCbVJWTklNamxTY0dVeFIxWkhhSFo2UTAxbVpVbFlXWHBPUldwUVkweENOa1l2U2sxc1JHRlBNbFZ0U0ZveWNqaHFVRU5TTldkWE5XdGphbTQwTkROdGJsYzNRVVpFTDNoWFExSnFlR05pSzBGbWJHdHBVM0JMUXpreFJHcGlaMHhpUzJaSU5ucDJRakJLVFU1dmFHMHZkRzlpTUM5SWRGVlNhMHB4TVZkSFEydHFUblV6WldSNFJYYzJORk4xVUVaeVdGQm1WbmRuWkVkbVpEVmpiSEpRUm05SFUxazVOMlZQZFVwSVoxQldNR2hpYWs5SlJTc3pWa1ZoVm1rNU5qaGlSVTF4VjB0YVUwZENZM1E0VVcxc1JXTmxZek12UzJOUFMwOVNTRTF6WW5Oc1JYcDBUMnRaZFRCQmJteHhZemhKYm5GMWMwOWlWMng1V0d4NGVHdDRPSGxZZDBSa2NVaE5SRzFKZWpReWQybzRlRWhWTm1SWVRHMXZZMkl3WmpKTVIwOUtURnBhWkVWWmIwVjJkUzlvT1ZaeWJtRlJjRWMzTUVSNU56WTNRV0ZMTkRKaVRWUjFRM0UxTm1ZNGJVTTBSbVIwY0ZZNFV6bDJlRVUyTWpoSGFrRlZWbFZ6ZFZoaWRWZHViVzlGUFE9PTpzQXRnUGpoZUNsQURraEk3b0VZbW93PT0=
EM STOCK
-
SINOPSE
«(...) Lido o conto, compreendo, passados estes anos de desencontros, a reiterada insistência do Waldir, no nosso último encontro em Lisboa, em regressar à sua Guiné Bissau. O Jardim da Celeste é, provavelmente, o seu grande can¬to de amor à Guiné Bissau.
Um começo soberbo, portentoso, sublime (...): ‘’O céu revolvia-se numa fúria estrondosa. O som dilacerante dos relâmpagos engoliu todos os ruídos comuns. De repente, a penumbra ensombrou a tarde que despertava solarenga. Uma enxurrada de flores de cores diversas desaguava in¬trepidamente pela avenida Amílcar Cabral, uma das princi¬pais artérias da capital, inundando a cidade.’’
Imagino uma capital africana com os seus endémicos pro¬blemas de saneamento urbano, infraestruturas degradadas, rede elétrica deficitária, trânsito caótico, pobreza exposta em centenas de vendedores ambulantes fintando a fome ao preço de quinhentas ganhas sob um inclemente sol tropical, o trágico destino de jovens sem emprego e futuro, perambu¬lando pelas ruas, a desfaçatez dos sátrapas ostentando luxo na miséria, os políticos com discursos desconexos, as igre¬jas e seitas nascendo como cogumelos, assistir, incrédula, a uma interminável torrente de flores inundando a cidade. Uma chuva de flores, um dilúvio de matizes, pétalas de co¬res inimagináveis cobrindo casas de todos os tipos, bairros, ruas, mercados, águas estagnadas, lixeiras e os modorren¬tos edifícios do poder. (...) Por isso, arrisco-me a adiantar que o regresso do Waldir Araújo à terra natal, ao seu chão, à ancestralidade que o sustem, foi fundamental no desen¬redar das lianas obturadoras do seu impulso criativo. Comeste conto, Waldir Araújo reencaminha o seu talento para aquilo que ele sabe fazer como ninguém: contar histórias.»
Ungulani Ba Ka Khosa - (escritor moçambicano)
In contracapa O Jardim da Celeste
Um começo soberbo, portentoso, sublime (...): ‘’O céu revolvia-se numa fúria estrondosa. O som dilacerante dos relâmpagos engoliu todos os ruídos comuns. De repente, a penumbra ensombrou a tarde que despertava solarenga. Uma enxurrada de flores de cores diversas desaguava in¬trepidamente pela avenida Amílcar Cabral, uma das princi¬pais artérias da capital, inundando a cidade.’’
Imagino uma capital africana com os seus endémicos pro¬blemas de saneamento urbano, infraestruturas degradadas, rede elétrica deficitária, trânsito caótico, pobreza exposta em centenas de vendedores ambulantes fintando a fome ao preço de quinhentas ganhas sob um inclemente sol tropical, o trágico destino de jovens sem emprego e futuro, perambu¬lando pelas ruas, a desfaçatez dos sátrapas ostentando luxo na miséria, os políticos com discursos desconexos, as igre¬jas e seitas nascendo como cogumelos, assistir, incrédula, a uma interminável torrente de flores inundando a cidade. Uma chuva de flores, um dilúvio de matizes, pétalas de co¬res inimagináveis cobrindo casas de todos os tipos, bairros, ruas, mercados, águas estagnadas, lixeiras e os modorren¬tos edifícios do poder. (...) Por isso, arrisco-me a adiantar que o regresso do Waldir Araújo à terra natal, ao seu chão, à ancestralidade que o sustem, foi fundamental no desen¬redar das lianas obturadoras do seu impulso criativo. Comeste conto, Waldir Araújo reencaminha o seu talento para aquilo que ele sabe fazer como ninguém: contar histórias.»
Ungulani Ba Ka Khosa - (escritor moçambicano)
In contracapa O Jardim da Celeste
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895389520 |
| Editor: | Editorial Novembro |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2023 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 149 x 230 x 4 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 44 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Editorial Novembro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Contos
|
| EAN: | 9789895389520 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Uma Geografia PoéticaEditorial Novembro18,00€
20,00€portes grátis -
10%Isto... Não Se Faz à Tia!MoDocromia11,70€
13,00€