O Caçador de Elefantes Invisíveis
SINOPSE
O Caçador de Elefantes Invisíveis recolhe sob este título, que é também o de um dos contos antologiados, as belas histórias que a revista Visão vem publicando mensalmente.
Aproveitou a oportunidade para lhes dar uma demão, mais ou menos intensa aqui e ali, e presenteia-nos com um livro que está à altura das melhores obras que neste género se escreveram em língua portuguesa. O estilo é sóbrio e preciso, os temas são vários e diversos, o lugar donde o autor vê o mundo e o retrata neste livro é tão amplo que nele cabe tudo.
Entre a história do pobre velho, ou melhor, de um velho pobre que recebe em casa um enfermeiro em serviço de rastreio da covid 19, e, já no fim do livro, a conversa das estátuas que descem dos seus pedestais, descem e não são derrubadas, para conversarem sobre os males e os equívocos deste mundo, entre uma e outra destas histórias o leitor encontra personagens e cenas que não lhe sairão tão cedo da memória.
O Caçador de Elefantes Invisíveis é uma vez mais Mia Couto no seu melhor.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722131223 |
| Editor: | Editorial Caminho |
| Data de Lançamento: | outubro de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 140 x 211 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 176 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Contos
Livros em Português > Literatura > Crónicas |
| EAN: | 9789722131223 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Sobre a guerra, as crianças e os velhos. Sobre paternidade, Moçambique e a biodiversidade...
Luísa Fresta
A figura da mulher, sobretudo rural, está sempre em destaque: a mulher Mãe, a menina púbere, a mulher idosa, a vítima do abandono, de rejeição, de assédio, de maus-tratos ou de violência familiar, sexual ou de género. Mas nem sempre a mulher será apresentada (apenas) como objeto de violência ou mártir: pelo contrário, parece reinventar-se e renascer das mais penosas situações, dos golpes mais duros da vida, para continuar a viver e a sonhar, em nome da família e de si mesma. Sobreviver é a primeira meta. A inocência, a resistência, a valentia, a tolerância, a resignação, a intuição, a capacidade de amar sem restrições e as aptidões de cuidadora seriam as ferramentas imprescindíveis destas mulheres-personagens para lidar com a adversidade. Mia Couto não resiste a criar ou contar personagens femininas de uma força inquestionável, que carregam famílias e sociedades inteiras às costas... Um livro de encantamento permanente
O universo sublime de Mia Couto
J.S.
Mia Couto é, a meu ver, um dos escritores contemporâneos com maior dom da "prosa poética". Neste livro, agora publicado, no qual se reúnem mais contos do autor, vemos isso mesmo. Basta a leitura de um parágrafo para se escutar a melodia das palavras, tal como num poema. Recomendo!
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