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Moby Dick

de Herman Melville
Editor: Editora Guerra & Paz, abril de 2017 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Moby-Dick, obra prima de Melville, o mais experimental dos romances, é a história de um louco e da sua vingança. Depois de ter sido mutilado por uma baleia, o capitão Ahab procura vingar-se. A baleia é Moby Dick, um ser gigantesco, o terror dos baleeiros. Pequod é o navio, em que Ahab instala um poder tirânico com o único propósito de abater o monstro dos mares, objecto de toda a sua raiva. Melville leva-nos por uma viagem inolvidável, uma rota orientada pelo desespero, a loucura e a crueldade. Este livro é hubris pura: conflito, confronto, ressentimento e ódio. É a aventura e o romance convertidos em mito. Um dos livros mais importantes jamais escritos. Entre as tábuas do Pequod, concentra-se toda a humanidade. A beleza e a tragédia do ser humano, cercado por um impiedoso oceano e dominado pelo turbilhão de uma vingança sem sentido. A luta do homem contra o homem, a luta do homem contra a natureza. No fim, a inevitável derrota. Um livro para ler e reler, que inclui ainda um ensaio de D.H. Lawrence sobre Moby-Dick.
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Aqui no mar

Tantas vezes precisamos de escutar para seguir em frente. E será descabido pensar que podemos olhar para o mar e aprender algo sobre as nossas próprias vidas? Estes livros ensinam-nos que não. Faina Faina regista o regresso à ficção de uma das mais proeminentes escritoras desta novíssima ficção portuguesa. Centrando-se na pesca artesanal, através de um método tradicional e quase esquecido, o livro documenta, com precisão, o processo de preparação e a prática de pesca em comunidades costeiras portuguesas localizadas na zona de Espinho. A escritora enfatiza o ritual e a técnica empregada pelos pescadores, entrelaçando-os com pequenas grandes histórias da lida do mar, num retrato quase documental do ofício. A narrativa utiliza a pesca não apenas como cenário, mas como metáfora do esforço contínuo e da passagem inexorável do tempo, evidenciando também os impactos das mudanças socioeconómicas, num leque de personagens e eventos que nem sempre estão do lado do real. Um livro que se lerá com grande vitalidade hoje, mas também daqui a muitos anos. COMPRO NA WOOK! » Moby Dick Publicado em 1851, Moby Dick acompanha a jornada de Ishmael e do capitão Ahab na obsessiva perseguição à baleia branca que atacou este último numa trágica incursão pelos mares. A sede de vingança arrasta o capitão para uma viagem onde a obsessão marca o passo com que o grande barco segue pelos mares. A obra é estruturada em capítulos que oscilam entre a narrativa de aventura e longas digressões técnicas. Melville dedica secções inteiras à cetologia, descrevendo com rigor as características anatómicas das baleias e os métodos de caça baleeira praticados na época, o que confere ao romance um caráter quase enciclopédico. A alternância entre a aventura marítima e as explicações detalhadas sobre a indústria baleeira cria um ambiente rico em informações históricas e científicas, onde não está alheia a emoção, transformando a busca de Ahab numa reflexão sobre a ambição humana, a própria vingança e os limites da racionalidade. COMPRO NA WOOK! » A Eloquência da Sardinha Em A Eloquência da Sardinha, Bill François fala-nos de um mar que não conhecemos. Há a ideia de que o ser humano conquistou todos os espaços do solo, mas os oceanos, e os seus habitantes, não obstante o facto de ter sido de onde todos os seres surgiram, permanecem um mistério. Muito mais do que histórias de peixes, este livro ressignifica a forma como pensamos quem vive dentro da água. Não apenas as sardinhas são protagonistas, mas também os salmões ou as baleias, e a forma como se conseguem organizar, utilizando para isso sentidos que nos são desconhecidos. Num tom bastante acessível, Bill François escreve um livro de não ficção que se lê como uma história, que nos mostra como somos, de facto, apenas uma espécie no meio de tantas outras. E seremos a que melhor explora as suas potencialidades? Talvez não. COMPRO NA WOOK! » A flor e o peixe A Flor e o Peixe é uma obra de Afonso Cruz que dialoga de forma direta com a estética de contos de José Saramago. Inspirado na narrativa fragmentada e na prosa que mescla o real e o fantástico, o autor utiliza a imagem contrastante da flor e do peixe para construir metáforas muito vívidas, que colocam em contraste elementos como a euforia e a melancolia, a escuridão e a luz, a avareza e a generosidade. Num livro escrito com a poesia a que Afonso Cruz nos habitua, elementos naturais são convertidos em símbolos de sensações e reflexões sobre, no fundo, a condição humana. Em entrevistas e na divulgação pelo Penguin Livros, Afonso Cruz afirma que a estrutura do livro foi concebida para provocar uma leitura que oscila entre a objetividade e a poesia, remetendo à sensibilidade característica de Saramago na exploração das pequenas verdades da vida. Estas, quando se tornam literatura, falam-nos ao ouvido e ensinam-nos quem somos. COMPRO NA WOOK! »

Moby Dick

de Herman Melville

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897022647
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: abril de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 233 x 51 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 704
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos da Guerra e Paz
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897022647

Exigente

Tamára

Uma leitura exigente, mas espectacular. Moby Dick surpreendeu-me pela sua narrativa veloz (pelo menos nos primeiros capítulos ¿). É a famosa história da caça a uma baleia, mas é também uma verdadeira reflexão sobre obsessão, destino, vingança, sobre o homem e o mar. Melville escreveu uma obra monumental e extremamente ambiciosa. É verdade que há capítulos que se arrastam (as descrições intermináveis das espécies de baleias, por exemplo). Mas apesar desses momentos, é incontestável a magnificência desta obra.

Obra grandiosa

Diogo S

O livro está bem conseguido, apesar das grandes narrações de histórias sobre baleias que sucederam também no século XIX (tempo da ação), que por vezes colocam a história principal em 2o plano. Marcante e histórico

Um livro fantástico

Maria Teresa Meireles

Um clássico para se ler com alento, sob risco de se perder o fôlego. Um livro marcante e cheio de pequenas e grandes revelações.

MOBY DICK É UM LIVRO QUE FIGURA NA HISTÒRIA DA GRANDE LITERATURA

Manuel Ramalhete

Com uma escrita sui generis, Herman Melville relata-nos uma odisseia que faz lembrar, de certo modo, a Peregrinação de Fernão Mendes Pinto!

SOBRE O AUTOR

Herman Melville

Herman Melville (1819-1891) foi um dos mais importantes romancistas da literatura norte-americana; foi também contista, ensaísta e poeta, com mais de 30 obras publicadas. Melville, cujo nome qualquer leitor reconhece de «Moby Dick», a história da perseguição à grande baleia branca, nasceu no seio de uma família de grande prestígio, mas com grandes dificuldades económicas, que os pais esconderam a Herman e aos seus sete irmãos. O pai sofria de desequilíbrios emocionais graves e havia na família divergências religiosas. Herman e os irmãos acompanharam os pais para várias cidades americanas sempre que estes tentavam refazer a sua vida, e a sua educação foi feita em diversas escolas. Teve vários trabalhos em escritórios e lojas, e de 1839 a 1844 foi marinheiro embarcado em diversos navios. Nos cinco anos que se seguiram publicou grande parte dos seus livros, inspirados na sua experiência marítima, e viu a crítica e sobretudo o público reconhecer-lhe os méritos. Inicia uma correspondência e amizade profícuas com o escritor Nathaniel Hawthorne e publica a sua obra-prima «Moby Dick» em 1851 (primeiro em Inglaterra e só depois nos Estados Unidos). A partir desses anos, Melville, que casara e planeara viver da escrita, cai no esquecimento do público e até ao fim da vida tem de aceitar diversos trabalhos para sobreviver. Só após a sua morte, e aquando do centenário do seu nascimento, é que a crítica redescobre o autor e o seu génio e Melville passa a integrar o panteão dos grandes nomes das letras universais.

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