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Bartleby, o Escrivão

de Herman Melville

editor: Relógio D'Água, junho de 2015
Quando um advogado de Nova Iorque precisa de empregar um escrivão, é Bartleby quem responde ao anúncio. Apresenta-se «pálido e asseado, com um ar respeitável mas que inspirava compaixão, e claramente desamparado». Mostrando-se de início um empregado prestável, rapidamente começa a recusar trabalho, dizendo apenas: «Preferia não o fazer.» Assim começa a história de Bartleby — absurdamente passivo, paradoxalmente disruptivo —, uma história que rapidamente muda de registo de farsa para uma inexplicável tragédia.

«Bartleby é mais do que um artifício ou ócio da imaginação onírica; é fundamentalmente um livro que nos mostra essa inutilidade essencial, que é uma das quotidianas ironias do universo.»
J. L. Borges

Bartleby, o Escrivão

de Herman Melville

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896413767
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: junho de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 120 x 191 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros de Bolso
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896413767
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Desobediência

Ana

Não se deixem iludir pela supostamente prenunciadora capa, Bartleby optou pela desobediência pacífica, até às últimas consequências, como que construindo um tríptico da máquina trituradora dos tempos modernos (Chaplin): desobediência profissional, desobediência civil, desobediência vital. Melville é quase genial num pequeno conto, presciente dos ventos da voracidade da economia liberal nos séculos vindouros. Só a Relógio d’Água para arriscar perder dinheiro no resgate desta pequena preciosidade.

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Excelente

João Mascarenhas

A curiosa história do escriturário que decide preferir não fazer o que lhe pedem para incredulidade do patrão. A partir daí tudo se desenvolve à volta da sua pouca vontade de sair do seu próprio mundo, que ninguém compreende. Este conto é provável que seja um dos primeiros sobre personagens que nunca chegamos a compreender totalmente, como o Estrangeiro de Camus. É um existencialismo misterioso com algumas pitadas de humor subtil. Conhecia Melville do Moby Dick mas com este conto acabei a comprar o livro Ficção Curta Completa na esperança de encontrar mais pérolas como esta.

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O poder da atitude contemplativa

António J. Figueira

Tomei contacto com esta obra após uma breve referência à mesma no ensaio ´´A Sociedade do Cansaço´´ do filósofo germano-sul-coreano Byung Chul Han. Embora o paradigma de sociedade disciplinar em que ocorre a narrativa de ´´Bartleby, o Escrivão´´, creio que o comportamento radical deste escrivão de Wallstreet me despertou para a importância da vivência contemplativa, que confere sentido á existência humana, tantas vezes vivida maquinalmente. É curioso, e, simultaneamente assombroso, a forma como Herman Melville consegue produzir no leitor uma extrema empatia para com o caso da personagem principal com este grau (aparente!) de inação.

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O poder de um mantra

Gonçalo Gomes

Um homem que gradualmente se recusa a fazer parte de uma engrenagem esmagadora, recorrendo ao seu mantra inabalável de preferir não fazer, numa viagem divertida mas também ominosa.

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Uma obra-prima

Nuno

Uma leitura obrigatória de um dos mestres do canône literário norte-americano.

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O D. Quixote moderno

ABP

Discreto, lacónico, Bartleby é o homem que toca o fogo e transporta o abismo de se recusar à escravidão das rotinas da concepção do real. Talvez o anti-herói mais inspirador que me apareceu.

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um livro para ler e reler muitas vezes!

Luís Nuno Barbosa

um livro que nos confronta com as incongruências em que vivemos a nossa existência. uma personagem maior da história da literatura universal, num livro muito pequeno, mas pleno, que importa ler e reler.

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Preferia não o fazer

Noemia Gavina

Poucas páginas que enchem o nosso pensamento de vontade de ser "contra", contra o quê? Não importa, o que importa é não continuar o absurdo, não continuar a ordem existente, não continuar a ser peças da engranagem que nos sufoca como individuos, mesmo que isso nos custe a própria existência.

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Ansiosa por começar

Carina F.

Tenho lido imensas críticas positivas sobre este livro e foi por isso que decidi comprá-lo. Estou ansiosa por começar a lê-lo!

Herman Melville

Herman Melville (1819-1891) foi um dos mais importantes romancistas da literatura norte-americana; foi também contista, ensaísta e poeta, com mais de 30 obras publicadas. Melville, cujo nome qualquer leitor reconhece de «Moby Dick», a história da perseguição à grande baleia branca, nasceu no seio de uma família de grande prestígio, mas com grandes dificuldades económicas, que os pais esconderam a Herman e aos seus sete irmãos. O pai sofria de desequilíbrios emocionais graves e havia na família divergências religiosas. Herman e os irmãos acompanharam os pais para várias cidades americanas sempre que estes tentavam refazer a sua vida, e a sua educação foi feita em diversas escolas. Teve vários trabalhos em escritórios e lojas, e de 1839 a 1844 foi marinheiro embarcado em diversos navios. Nos cinco anos que se seguiram publicou grande parte dos seus livros, inspirados na sua experiência marítima, e viu a crítica e sobretudo o público reconhecer-lhe os méritos. Inicia uma correspondência e amizade profícuas com o escritor Nathaniel Hawthorne e publica a sua obra-prima «Moby Dick» em 1851 (primeiro em Inglaterra e só depois nos Estados Unidos). A partir desses anos, Melville, que casara e planeara viver da escrita, cai no esquecimento do público e até ao fim da vida tem de aceitar diversos trabalhos para sobreviver. Só após a sua morte, e aquando do centenário do seu nascimento, é que a crítica redescobre o autor e o seu génio e Melville passa a integrar o panteão dos grandes nomes das letras universais.

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