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Memórias do Cárcere

de Camilo Castelo Branco
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, novembro de 2016 ‧
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Em Memórias do Cárcere, Camilo traça um retrato duro mas emocionante das inauditas condições de vida na histórica Cadeia da Relação do Porto bem como da pesada justiça oitocentista, tendo como fio condutor a experiência vivida na primeira pessoa e outros testemunhos de vida, cuja singularidade Camilo quis deixar para memória futura.

Com edição de Ivo Castro e Raquel Oliveira este volume da Edição Crítica de Camilo Castelo Branco oferece um rigoroso mas discreto aparato crítico, uma completa nota editorial e uma reveladora obra camiliana para (re)descobrir.

«Um falsário que conta histórias, mais a biografia do famigerado Zé do Telhado, além de parricidas e infanticidas e ainda o homem que matou o burro dum abade: uma coleção de desgraçados, incluindo o próprio romancista, como sempre preso na maior vocação, falar dos outros.»
Abel Barros Baptista

Memórias do Cárcere

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722724623
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: novembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 210 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 368
Tipo de produto: Livro
Coleção: Edição Crítica de Camilo Castelo Branco
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > História da Literatura
EAN: 9789722724623

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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