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Maria Moisés

de Camilo Castelo Branco
Editor: Opera Omnia, setembro de 2025 ‧
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Maria Moisés é uma das mais conhecidas novelas de Camilo Castelo Branco. Esta novela, de marcadas características camilianas, divide-se em duas partes: na primeira conta-se a paixão trágica de Josefa da Lage e António de Queirós; e na segunda a vida da sua filha, Maria Moisés, fruto destes amores proibidos.

O começo da história é camilianamente dramático: na mesma noite em que Josefa da Lage morre junto ao rio, é encontrada uma recém-nascida abandonada num berço de vime. A criança será recebida por um fidalgo e pelas suas irmãs, que decidem chamar-lhe Maria Moisés, dada a analogia com a história bíblica.

Maria Moisés acabará por herdar uma quinta desta família, e resolve receber e cuidar de outros enjeitados como ela. No seu esforço, afunda-se em dívidas e é forçada a vender a propriedade. Um comprador misterioso acabará por aparecer e, para além de solucionar os problemas financeiros de Maria Moisés, proporcionará um final feliz a uma história que começou por ser trágica.

Maria Moisés

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899192232
Editor: Opera Omnia
Data de Lançamento: setembro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 213 x 15 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899192232

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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