Eu Que não Conheci os Homens
SINOPSE
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-989-711-274-4 |
| Editor: | Livros do Brasil |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 235 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 208 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Dois Mundos |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 978989711274411 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Inquietante
CM
Eu Que Não Conheci os Homens é um livro inquietante, mais sobre o que nos torna humanos do que sobre o que nos destrói. É um exercício existencial, de sobrevivência, de identidade e de humanidade, que nos deixa com muitas questões. Gostei muito da escrita limpa e contida e da personagem principal, curiosa e firme sem precisar de ser heroína.
Quando a esperança é a última a morrer
Maiara G.
Uma história sobre esperança. A esperança de encontrar algo. A esperança de encontrar alguém. A esperança do leitor virar a página e ser confrontado com as respostas. Este livro faz-nos virar páginas em busca de uma resposta, mas a verdade é que a resposta ao porquê nunca nos chega. Mas isso não me chateia. Desconforta-me mas não me chateia, porque a verdade é que a menina que virou mulher não nos vai largar os pensamentos. Sobreviveu a tudo e a todos e deixou para trás a sua vida em papel.
Eu que não conheci os Homens
AllbyMyShelves
Já há muito que, aqui e ali, lia/ouvia falar sobre este livro, ainda sem prever a sua edição em Português. Assim que soube que iria ser editado pela Livros do Brasil, fiquei ansiosa para finalmente o ler. Um livro sem capítulos, e que ainda assim não deixamos de o devorar. Um livro que, de uma forma absolutamente distópica e original, nos vai demonstrando a importância de se ter bases, origens, memórias de uma vida em sociedade. De como a mesma, ainda que a espaços (e diria que vivenciamos presentemente um desses "espaços") seja tão questionável, não deixa de ser preponderante na forma como nos concebemos a nós mesmos e aos outros, na nossa própria história e identidade. Mas acredito que o melhor que posso fazer por quem pretenda lê-lo é pouco mais falar sobre o mesmo. Assim, tal como a nossa protagonista, cujo nome nunca chegamos a conhecer (nem ela), o "futuro" leitor ficará com questões (que talvez não vejam respondidas) que farão valer a leitura desta incrível obra de Jacqueline Harpman.
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