Contos Escolhidos

de Anton Tchékhov
Editor: Livraria Civilização Editora, dezembro de 2013 ‧
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Considerado um dos maiores contistas, Anton Tchekhov mudou o género em si, com as suas histórias, descrições impressionistas da vida russa quotidiana do século XIX e da condição humana. Com grande moderação, os contos de Tchekhov revelam a alegria, a confusão, a insatisfação e a tristeza humanas, despertando uma profunda simpatia por todas as pessoas, onde quer que estejam, na Rússia, há mais de cem anos, ou em qualquer lugar no mundo de hoje. Neste livro estão reunidos alguns dos seus melhores contos dos principais períodos da sua vida criativa. Atmosféricos, compassivos e estranhamente sábios, os contos de Tchekhov possuem o poder transcendental de assombrar e mudar o leitor.

Contos Escolhidos

de Anton Tchékhov

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722636261
Editor: Livraria Civilização Editora
Data de Lançamento: dezembro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 209 x 17 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Coleção: Novos Clássicos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789722636261

Inebriante

Filomena Santos

Ao ler estes contos, senti-me transportada a um mundo diferente no contexto geográfico, mas com personagens iguais nas suas atitudes, anseios, dores, desejos, que nos parecem comuns sem, no entanto, o serem. Recomendo-os a mergulharem no imaginário de um grande escritor.

Bela colecção

Luís B. Santos

A edição está muito bem construída. Do autor e sua qualidade de escrita está tudo mais que dito. Mas a leitura desta obra, nesta colecção, torna-se uma obra explendida muito acessível e de fácil leitura.

Muito bom

Carla G.

Mundialmente aclamado como mestre do conto moderno, é fácil ficar rendido à sua escrita, ao mesmo tempo simples e cativante. E esta obra é mais um exemplo disso, despertando no leitor uma imensa simpatia pelos dramas das personagens.

Imprescindível!

Diogo Pascoal

Tchekov é, incontornavelmente, o mestre do conto. Este género, tantas vezes subvalorizado face aos romances, adquire novo contexto e vida nas palavras do autor russo. É nesta noção de ambiente russo, mas que poderia ser qualquer outro, que as palavras do autor adquirem a sua máxima profundidade. O amor, a angústia, a tristeza; são estes alguns dos temas explorados por Tchekov. Soma-se ainda o facto de ser uma bela edição de capa dura por um preço bastante acessível.

Muito bom

deliciasalareira.blogspot.pt

Adoro estas edições da Civilização, são tão giras! Quanto ao livro, escolhi-o porque nunca tinha lido nada do autor, mas gostei muito. Vou ler mais com certeza

Boa Coleccção, Bom livro

JP

Os contos de Tchekov são sempre recomendáveis, contudo nesta edição contêm um novo encanto. Aconselho esta colecção, e este livro em particular.

SOBRE O AUTOR

Anton Tchékhov

Anton Tchékhov nasceu em Taganrog, no sul da Rússia, no dia 29 de janeiro de 1860, filho de um comerciante. A sua família mudou-se para Moscovo em 1876 devido à falência do pai, mas Anton permanece na sua cidade natal para terminar o liceu. Assim, só três anos mais tarde se juntou à família em Moscovo, onde se matricula na faculdade de Medicina. Para ajudar financeiramente a família, Tchékhov faz pequenos trabalhos jornalísticos e as primeiras tentativas literárias. Termina os estudos de Medicina em 1884 e começa a exercer nos arredores de Moscovo.
A sua primeira narrativa é publicada num jornal humorístico em 1880, desencadeando uma intensa colaboração de Anton com diversas publicações. Os seus primeiros textos dramáticos datam do final da década de 1880 ("Ivánov").
No ano de 1892 compra uma casa no campo, em Mélikhovo, para onde se muda com a família. Três anos mais tarde visita Tolstoi, cujas ideias irão exercer uma forte influência e um grande fascínio sobre Tchékhov.
Por motivos de doença, muda-se para Ialta, em Crimée. É no final da sua vida que escreve as três peças que o consagram como grande dramaturgo: "A Gaivota" em 1896, "As Três Irmãs" em 1900 e "O Cerejal" em 1903. Em 1904 parte para a Alemanha com a atriz Olga Knipper, com quem casara em 1901, morrendo no mês de julho em Badenweiler, na Floresta Negra. Hoje é reconhecido como um dos maiores escritores russos.

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