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Contos

de Eça de Queirós

Livro eBook
editor: Porto Editora, outubro de 2009
No prefácio dos "Azulejos do Conde de Arnoso", emite Eça a sua opinião sobre o conto: "No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos, apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos lábios e traz todo o ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida". O enredo é simples, linear. Não é analítico. Há neles concentração de ação, tempo e espaço. Eça realiza-se também como contista.

Contos

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-04952-0
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: outubro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos Porto Editora
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 978972004952018
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Uma obra-prima da literatura portuguesa.

Paula Susana

Os contos de Eça são uma critica realista ao país e à sociedade da época. Neste livro Eça de Queiroz leva-nos à critica de valores, e cada conto é uma lição de vida.

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Cada conto, uma reflexão

Paula Pereira

Inserido no Plano Nacional de Leitura, mas para todos os adultos reflectirem. Destaque para: - Singularidades de uma Raparigs Loira; - No Moinho; - Civilização; - Frei Genebro; - O Defunto; - José Matias - A Aia

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Leitura fácil, livro próprio para o ensino

Norberto Cavaleiro

Livro de leitura fácil para alunos do 9º ano, dá a possibilidade de ler cada Conto como uma história, sem ter de se questionar sobre o significado do contexto da frase ou palavra usada.

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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