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Contos de Perrault

de Charles Perrault; Tradução: Maria Alberta Menéres

editor: Porto Editora, janeiro de 2016
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.

Estes Contos de Perrault são "as matrizes" dos contos de fadas que povoam toda a literatura infantil. Neste livro não se tentou nem uma adaptação nem uma simplificação, mas sim uma tradução tanto quanto possível literal, de modo que não se perdesse o seu estilo agudo e encanto poético.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

Contos de Perrault

de Charles Perrault; Tradução: Maria Alberta Menéres

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72861-6
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: janeiro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 198 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Coleção: Educação Literária
Classificação temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros Infantis de Ficção > Infantil (6 a 10 anos)
EAN: 978972072861615
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Simples contos de fadas

Dina Gonçalves

Pequenos textos que povoam a imaginação dos adultos e ajudam os mais pequenos a viver uma realidade atual.

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Contos para sonhar

Sara Leal

Cada história, seu sonho....apesar de ser um livro de leitura obrigatória para o 3ºano, o meu filho adorou e é muito interessante o campo da moralidade, que faz com que eles associem a história´ria às vivências do dia-a-dia e tirem uma conclusão da história e a saibam aplicar nas suas vivências....Recomendo vivamente.

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Contos de Perrault

Eduarda Resende

O meu filho gostou bastante deste livro. Cada história, uma nova aprendizagem.

Charles Perrault

Escritor francês (1628­1703) nasceu em Paris a 13 de janeiro de 1628 e morreu, também em Paris, a 15 de maio de 1703. Filho de um advogado, é no meio de uma burguesia culta que o autor é educado. Fez estudos universitários e iniciou a sua carreira profissional como advogado. Em 1654, a convite de um dos seus irmãos, é nomeado «coletor de finanças» e mais tarde, em 1661, por indicação do ministro Colbert, ministro das Finanças de Luís XIV, é nomeado «inspetor das Obras do Rei». Paralelamente à sua atividade profissional, escreve poesia, frequenta salões literários e escreve obras de circunstância.

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