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Coimbra Nunca Vista

de Manuel Alegre
Livro eBook
Editor: PUBLICACOES D.QUIXOTE, setembro de 2013 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
A homenagem poética de Manuel Alegre à cidade onde viveu e que tanto marcou a sua escrita.
A ponte sobre o i , Quarteto do Mondego, Arco de Almedina, Torre de Anto ,Jardim Botânico, Poema das altas torres, Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Quinta das Lágrimas (contra-romance de Inês e Pedro), O dia em que Delgado entrou em Coimbra, Balada do Bentes, Miguel Torga no Largo da Portagem, Paulo Quintela, O Formidável, Artur Paredes, António Portugal, Balada de Outono para Zeca Afonso, e Adriano são os títulos de alguns dos poemas que compõem este belo livro.

Coimbra Nunca Vista

de Manuel Alegre

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722052856
Editor: PUBLICACOES D.QUIXOTE
Data de Lançamento: setembro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 162 x 216 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789722052856

analítico

Carlos Manuel Caeiro.

Manuel Alegre escre Coimbra, não só os seus monumentos, mas também os seus poetas e escritores e mais, os seus Jardins e Outonos, uma Coimbra intemporal e não de esudantes.

SOBRE O AUTOR

Manuel Alegre

Manuel Alegre nasceu a 12 de maio de 1936, em Águeda. Estudou em Lisboa, no Porto e na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi campeão de natação e ator do Teatro Universitário de Coimbra (TEUC).
Em 1961 é mobilizado para Angola. Preso pela PIDE, passa seis meses na Fortaleza de S. Paulo, em Luanda, onde escreve grande parte dos poemas do seu primeiro livro, Praça da Canção. Em outubro de 1964 é eleito membro do comité nacional da Frente Patriótica de Libertação Nacional e passa a trabalhar em Argel, na emissora Voz da Liberdade. Regressa a Portugal após o 25 de Abril de 1974.
Dirigente histórico do Partido Socialista desde 1974, foi vice-presidente da Assembleia da República, de 1995 a 2009, e membro do Conselho de Estado.
A sua vasta obra literária, que inclui o romance, o conto, o ensaio, mas sobretudo a poesia, tem sido amplamente difundida e aclamada. Foram-lhe atribuídos os mais distintos prémios literários: Grande Prémio de Poesia da APE-CTT, Prémio da Crítica Literária da AICL, Prémio Fernando Namora e Prémio Pessoa, em 1999. Ao seu livro de poemas Doze Naus foi atribuído o Prémio D. Dinis. Em 2014, recebeu o Prémio Amália da Fundação Amália Rodrigues e, em 2016, o Prémio Vida Literária da APE e o Prémio de Consagração de Carreira da SPA. No mesmo ano, foi atribuído o Grande Prémio de Literatura dst ao seu livro de poemas Bairro Ocidental. Em 2017, foi distinguido com o Prémio Camões e, em 2019, com o Prémio Vida e Obra da SPA. Em 2021, quando recebeu o Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa. Memórias Minhas recebeu o Grande Prémio de Literatura Biográfica Miguel Torga APE/CM de Coimbra.

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