Até Sempre, Mulherzinhas

de Marcela Serrano
Editor: Dom Quixote, abril de 2008 ‧
Nesse olhar para um espelho comum que é todo o reencontro, cada uma delas - até a ausente Luz - terá a oportunidade de se reconhecer, embora as suas experiências sejam tão diferentes: a de Nieves, cuja devoção pelo marido e os filhos oculta uma secreta ânsia de transgressão, tão diferente da de Ada, a vagabunda da família, subitamente assente na sua vocação de escritora, como da de Luz, interrogando-se obsessivamente sobre o significado do seu sacrifício pelos outros, da de Lola, cuja beleza e riqueza também não saciam o seu desejo de reconhecimento.

Até Sempre, Mulherzinhas

de Marcela Serrano

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722031387
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: abril de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 234 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficção Universal
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722031387

belíssimo como toda a obra

antónio josé cravo

marcela serrano sabe despertar o prazer da leitura, entre a ficção e a prosa poética a beleza da sua linguagem. a mulher enquanto centro das narrativas que constrói e nos oferece para usufruirmos estórias e história, é aqui assumida pelas personagens e seus percursos, profundamente enraizados na infância. talvez encontremos neste romance um belo retrato da força da infância no desenvolvimento da personalidade e de como os pequenos mundos, ou mundo dos pequenos, é companhia de toda a vida. mais uma obra marcante e a não deixar de ler, mas haverá algum livro de marcela serrano a que um amante da literatura se dê ao luxo de não ler?

SOBRE O AUTOR

Marcela Serrano

Nasceu em Santiago do Chile. Formou-se em Belas Artes pela Universidad Católica e, em 1973, com o golpe militar, teve de se exilar em Itália, onde morou até 1977. As suas obras foram traduzidas para várias línguas e adaptadas para o cinema. Entre elas, destacam-se Nós que nos amávamos tanto (1991), vencedor do Premio Sor Juana Inés de la Cruz, Para que no me olvides (1993), Prémio Municipal de Literatura em Santiago do Chile, e O albergue das mulheres tristes (1997).

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