As Areias do Imperador: Mulheres de Cinza

Livro 1

de Mia Couto

Livro eBook
editor: Editorial Caminho
Mulheres de Cinza é o primeiro livro de uma trilogia sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último de uma série de imperadores que governou metade do território de Moçambique. Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985.

Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.
Esta narrativa é uma recreação ficcional inspirada em factos e personagens reais.

Serviram de fonte de informação uma extensa documentação produzida em Moçambique e em Portugal e, mais importante ainda, diversas entrevistas efectuadas em Maputo e Inhambane.

As Areias do Imperador: Mulheres de Cinza

Livro 1

de Mia Couto

ISBN: 9789722127677
Editor: Editorial Caminho
Idioma: Português
Dimensões: 136 x 211 x 29 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 408
Tipo de produto: Livro
Coleção: As Areias do Imperador
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722127677
e e e e e

Viagem literária

Maria. B

Autor maravilhoso, mais uma vez nos traz uma viagem entre sentimentos, novas vivências e locais... Simplesmente sensacional, a história prendera qualquer um até à última palavra!

e e e e e

Adoro

Paredes

Sem dúvida um dos meus autores preferidos. Mais uma grande obra.

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A Guerra dentro de cada ser

Elsa Graça

Mia Couto dispensa introdução e dispensa lisonjas, pois é um escritor de topo. Este livro é dentro da sua esteira e como africano, as raízes aí estão bem patentes. Muito interessante acho, é o papel da mulher dentro de Mia Couto, e o papel da morte. Mia Couto é sempre Mia Couto, maravilhoso

e e e e E

Império de crenças e demónios

António Francisco Baixinho

Crenças e demónios em tão vasto território despovoado de portugueses, onde a presença da lei, da ordem e da igreja era diminuta. No entanto, o império existiu graças aos degredados e à mestiçagem.

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África maravilhosa

leonor b

O mesmo misticismo a mesma escrita maravilhosa, Mia Couto no seu melhor, as personagens são cativantes e o real confunde-se com o imaginário, fica-se à espera do 2º volume.....

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tão hoje!

Teresa Barranha

Sempre que leio Mia Couto é devagar… com pena que a história chegue ao fim e me deixe com aquela sensação de “e agora?”. Mas com mulheres de Cinza não consegui, a história vai para além do estilo inconfundível do autor. Vai à história da nossa história… da forma mais genuína, mágica e, ao mesmo tempo real. Mas mais curioso que isso é que li Mulheres de Cinza na semana dos atentados de Paris e era como se aquele passado do Estado de Gaza deixasse avisos, explicações, definições para o futuro, que hoje é o nosso presente. “Quem congemina vinganças acredita antecipar-se ao futuro”.

Mia Couto

Nasceu na Beira, Moçambique, em 1955.
Foi jornalista e professor, e é, atualmente, biólogo e escritor. Está traduzido em diversas línguas.
Entre outros prémios e distinções (de que se destaca a nomeação, por um júri criado para o efeito pela Feira Internacional do Livro do Zimbabwe, de Terra Sonâmbula como um dos doze melhores livros africanos do século XX), foi galardoado, pelo conjunto da sua já vasta obra, com o Prémio Vergílio Ferreira 1999 e com o Prémio União Latina de Literaturas Românicas 2007. Ainda em 2007 Mia foi distinguido com o Prémio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura pelo seu romance O Outro Pé da Sereia.
Jesusalém foi considerado um dos 20 livros de ficção mais importantes da «rentrée» literária francesa por um júri da estação radiofónica France Culture e da revista Télérama.
Em 2011 venceu o Prémio Eduardo Lourenço, que se destina a premiar o forte contributo de Mia Couto para o desenvolvimento da língua portuguesa.
Em 2013 foi galardoado com o Prémio Camões e com o prémio norte-americano Neustadt.
Em 2020 foi galardoado com o Prémio Jan Michalski de Literatura, atribuído anualmente pela Fundação suíça Jan Michalski, tem o valor monetário de 50.000 francos suíços e inclui também uma escultura em madeira do artista nigeriano Alimi Adewale, e distingue a trilogia As Areias do Imperador, publicada em Portugal pela Editorial Caminho em 2015-2018.

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