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A Ilustre Casa de Ramires

de Eça de Queirós
Editor: Porto Editora, Janeiro de 2016 ‧
11,10€
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Metas Curriculares de Português
Leitura recomendada no 11.° ano de escolaridade.

Publicado em livro pela primeira vez em 1900, A Ilustre Casa de Ramires conta-nos a curiosa e dramática história de Gonçalo Mendes Ramires, o Fidalgo da Torre, representante de uma nobreza já quase inexistente no Portugal oitocentista.

Eça de Queirós constrói este romance singular evidenciando, de um modo divertido e irónico, a necessidade de um renascimento ético e moral do país e reservando ao leitor um final surpreendente que o fará sentir-se aclarado por toda a luz, antiga e moderna.

A Coleção Educação Literária reúne obras de referência da literatura portuguesa e universal indicadas pelo Programa e Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

A Ilustre Casa de Ramires

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72728-2
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: Janeiro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 368
Tipo de produto: Livro
Coleção: Educação Literária
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 978972072728211
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Perfeito.

JK

Comprei no Continente e só comecei a lê lo há poucas horas, mas comecei a ler e estou a apegar - me a ele.

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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