A Arte da Alegria

de Goliarda Sapienza
Editor: Dom Quixote, Janeiro de 2009 ‧
Era uma vez uma menina, Modesta, nascida no dia 1 de Janeiro de 1900, num mundo frustrado e rapidamente desaparecido…Não. A Arte da Alegria resiste a qualquer apresentação. Romance de aprendizagem, ele desdobra-se numa multiplicidade de caminhos. Romance dos sentidos e da sensualidade, ele ressuscita os fervores políticos que marcaram o século XX. Situado numa Sicília por vezes sombria, outras solar, prolonga-se pelo horizonte dos mares e das grandes cidades europeias…

Um romance sensual, erótico e inteligente que percorre a história dos primeiros cinquenta anos dos século XX europeu pelas mãos de Modesta, uma heroína excepcional que aprende a ascender das suas humildes origens sicilianas até à aristocracia e ao poder, valendo-se da sua astúcia e dos seus dotes de sedução, sem com isso renunciar ao seu irredutível anelo de liberdade e ao seu insaciável amor pela vida.

«[Uma] escrita irrepreensível [...] um canto de impressionante beleza ao prazer, à inteligência e à liberdade individual e política.»
Vítor Quelhas

A Arte da Alegria

de Goliarda Sapienza

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722032391
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: Janeiro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 232 x 29 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 528
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ficção Universal
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722032391

apaixonante

Moisés de Castro Coelho

Viciante, apaixonante, fica-se a desejar por mais.

SOBRE O AUTOR

Goliarda Sapienza

Goliarda Sapienza (1924-1996), romancista e poeta, é um dos espíritos mais livres e insubmissos da literatura italiana do século XX. Oriunda do meio anarquista siciliano, cresceu no seio de uma numerosa família militante e antifascista. Educada em casa e no abandono feliz das vielas de San Berillo, no cinema do bairro e nas olorosas osterias, entre o aroma dos mexilhões temperados com limão, troca a Catânia por Roma, em 1941, onde ingressa na Academia de Arte Dramática. Atriz em filmes de Visconti e Maselli, viveu na clandestinidade quando a guerra eclodiu, conheceu hospitais psiquiátricos, depois de várias tentativas de suicídio, e, em 1980, a prisão. Na obra que nos legou, tão intensa como a sua biografia, destacam-se Carta Aberta, publicado na Antígona, e o romance A Arte da Alegria. Alimentava-se da dúvida num mundo que apregoava certezas e sempre se regeu pelo inconformismo e pela máxima liberdade.

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