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Aquele Belo Rapaz eBook

poesia completa

de Konstandinos Kavafis
Livro eBook
Editor: Assírio & Alvim, novembro de 2025 ‧
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Aquele Belo Rapaz

poesia completa

de Konstandinos Kavafis

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-2340-3
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: novembro de 2025
Páginas: 560
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Documenta Poetica
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Poesia
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Dos grandes de sempre

André Lamas Leite

Kaváfis é um dos maiores, se não o maior poeta do seu tempo. O modo como mobiliza a tristeza e a melancolia nas suas composições, relevando uma interioridade muito rica, cativa o leitor da primeira à última página. Dos grandes poetas de sempre.

A poesia como realidade sonhada

António Lopes Dias

Os poemas de Kavafis, além de uma realidade intimista, constitui também uma escrita do imaginário

SOBRE O AUTOR

Konstandinos Kavafis

K. P. Kaváfis foi um poeta nascido em 1863 em Alexandria, Egito. Filho de mercadores abastados originários de Constantinopla, a família muda-se, após a morte do pai, para Liverpool, em Inglaterra, onde vivem durante cinco anos. De regresso a Alexandria, Kaváfis aí permaneceria o resto da vida, com a exceção de algumas viagens e uns anos em Constantinopla. Trabalhou, durante mais de três décadas, como funcionário dos serviços de irrigação da cidade, posto discreto e monótono. Os seus poemas circularam, primeiro em jornais e revistas, entre um grupo restrito de amigos e admiradores. É apenas em 1904, contava Kaváfis quarenta e um anos, que um grupo de catorze dos seus poemas aparecem editados pela mão do autor. No entanto, a publicação seria alargada, modificada, revista, num processo contínuo nos anos consecutivos, em pequenos cadernos ou folhas soltas distribuídos pelo próprio ou amigos do círculo íntimo, contendo sempre os mesmos poemas: primeiro ordenados por tema, depois por cronologia e acrescidos com algumas dezenas. Nos seus últimos anos circulavam três destes conjuntos, aos quais se acrescentaria uma composição inédita para perfazer os 154 poemas do cânone (publicados em 1935). Após ser diagnosticado com cancro da laringe, perderia a voz, comunicando apenas por sinais e notas rabiscadas em dezenas de papelinhos. Até que veio a morrer na cidade que sempre foi a sua, no dia do seu aniversário, a 29 de abril de 1933.

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