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A La Llum Del Dia

de K. P. Kavafis
idioma: espanhol, catalão
Editor: Eol Serveis Girona, S.L. - Edicions del Reremus, maio de 2020 ‧
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Hi ha grans autors ?i K. P. Kavafis és un dels grans entre els grans? que no deixen mai de sorprendre?ns. Quan sembla que els tenim ben apamats i creiem que en coneixem tots els caires i replecs, apareix en el seu arxiu algun text que ens descol·loca. Quan la fil.loga italiana Renata Lavagnini va descobrir el manuscrit del conte A la llum del dia, es va adonar de seguida que es trobava davant d?un text excepcional, tant per la seva temàtica com pel gènere narratiu que Kavafis havia escollit per donarhi forma.

A La Llum Del Dia

de K. P. Kavafis

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412057843
Editor: Eol Serveis Girona, S.L. - Edicions del Reremus
Data de Lançamento: maio de 2020
Idioma: Espanhol, Catalão
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Literatura Fantástica
EAN: 9788412057843

SOBRE O AUTOR

K. P. Kavafis

K. P. Kaváfis foi um poeta nascido em 1863 em Alexandria, Egito. Filho de mercadores abastados originários de Constantinopla, a família muda-se, após a morte do pai, para Liverpool, em Inglaterra, onde vivem durante cinco anos. De regresso a Alexandria, Kaváfis aí permaneceria o resto da vida, com a exceção de algumas viagens e uns anos em Constantinopla. Trabalhou, durante mais de três décadas, como funcionário dos serviços de irrigação da cidade, posto discreto e monótono. Os seus poemas circularam, primeiro em jornais e revistas, entre um grupo restrito de amigos e admiradores. É apenas em 1904, contava Kaváfis quarenta e um anos, que um grupo de catorze dos seus poemas aparecem editados pela mão do autor. No entanto, a publicação seria alargada, modificada, revista, num processo contínuo nos anos consecutivos, em pequenos cadernos ou folhas soltas distribuídos pelo próprio ou amigos do círculo íntimo, contendo sempre os mesmos poemas: primeiro ordenados por tema, depois por cronologia e acrescidos com algumas dezenas. Nos seus últimos anos circulavam três destes conjuntos, aos quais se acrescentaria uma composição inédita para perfazer os 154 poemas do cânone (publicados em 1935). Após ser diagnosticado com cancro da laringe, perderia a voz, comunicando apenas por sinais e notas rabiscadas em dezenas de papelinhos. Até que veio a morrer na cidade que sempre foi a sua, no dia do seu aniversário, a 29 de abril de 1933.

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