O Bem e o Mal

de Camilo Castelo Branco
Editor: Opera Omnia, setembro de 2013 ‧
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Há 150 anos publicava Camilo um dos seus romances mais apreciados - O Bem e o Mal. No ano anterior - 1862 -, Camilo multiplicava-se em títulos, alguns deles tão notórios como Amor de Perdição e Memórias do Cárcere. Dir-se-ia que um homem novo ou um novo escritor nascera quando ele estava encarcerado. Depois dessas obras representativas da literatura passional e da literatura autobiográfica, Camilo brindava o seu público, em 1863, com O Bem e o Mal. O que nos convida sempre a ler Camilo é, antes de mais, o seu extraordinário dom narrativo. Desde as primeiras páginas há uma história que nos cativa e, de tal forma, que já não conseguimos desprender-nos dela, envolvidos nas aventuras e desventuras das personagens.

O Bem e o Mal

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898309518
Editor: Opera Omnia
Data de Lançamento: setembro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 131 x 203 x 17 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 210
Tipo de produto: Livro
Coleção: Em Tese
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789898309518

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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