20% de desconto

Um Mundo Cada Vez Mais Monótono

de Stefan Zweig; Tradução: Manuel Dias
Editor: Relógio D'Água, outubro de 2025 ‧
6,00€
4,80€
20% DESCONTO IMEDIATO
EM STOCK -
portes grátis
Neste breve ensaio, Stefan Zweig revela uma visão particularmente lúcida sobre a propensão para a uniformização das sociedades. Aborda um conjunto de processos que tendem a esbater as diferenças nacionais e regionais na dança, no vestuário, na literatura, na vida. A sua tese é que tudo o que exige o mínimo de esforço físico e intelectual e acolhe a indiferença moral acaba por se tornar popular.

A sociedade digital acelerou esses processos, e quem hoje escolhe a independência e a originalidade parece ridículo aos olhos daqueles que os novos algoritmos transformam em partículas arrastadas por uma força que os ultrapassa.

Um Mundo Cada Vez Mais Monótono

de Stefan Zweig; Tradução: Manuel Dias

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897836398
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: outubro de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 108 x 163 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 32
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ensaios Singulares
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789897836398

O preço do progresso

JM

Um Mundo Cada Vez Mais Monótono, de Stefan Zweig, é um texto curto mas inquietante na forma como antecipa uma uniformização do mundo. Zweig olha para a perda de diversidade cultural, de hábitos e de identidade, substituídos por um modelo cada vez mais padronizado. O que antes era diferença torna-se repetição. O mundo aproxima-se, mas empobrece. A escrita é clara e elegante, sem esforço aparente, mas com uma melancolia constante. Não há dramatização excessiva, apenas uma consciência lúcida de que algo se está a perder de forma irreversível. Não é um ensaio pesado nem teórico. Funciona mais como um alerta sereno, mas certeiro, sobre o preço do progresso quando tudo começa a parecer igual.

SOBRE O AUTOR

Stefan Zweig

Stefan Zweig nasceu a 28 de novembro de 1881 em Viena e é um dos mais importantes autores europeus da primeira metade do século XX. Dedicou-se a quase todas as atividades literárias: foi poeta, ensaísta, dramaturgo, novelista, contista, historiador e biógrafo. De ascendência judaica, empreendeu em 1934 um exílio voluntário da Áustria, então sob domínio do regime fascista de Dollfuss (austrofascismo), e viveu na Inglaterra, nos Estados Unidos da América e no Brasil, onde viria a morrer em 1942. Da sua extensa obra, destacam-se as novelas Amok (1922) e Confusão de Sentimentos (1927), a biografia Magalhães, o Homem e o seu Feito (1938), o ensaio Brasil, País do Futuro (1941) e a autobiografia O Mundo de Ontem (1942). Novela de Xadrez foi a sua obra derradeira, concluída pouco antes da sua morte, a 22 de fevereiro de 1942.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU