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Um Auto de Gil Vicente

de Almeida Garrett
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, novembro de 2017 ‧
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Edição crítica da peça de teatro escrita por Almeida Garrett Um Auto de Gil Vicente, apoiada na escrupulosa verificação de fontes documentais, tomada com base no texto da primeira edição, datado de 1841.
Logo na introdução o autor declara «Eu não quis só fazer um drama, sim um drama de outro drama, e ressuscitar Gil Vicente a ver se ressuscitava o teatro».

Pegando na peça de Gil Vicente Cortes de Júpiter, Almeida Garrett desenvolve a sua trama, suscitando o processo metateatral (o teatro dentro do teatro).
A ação decorre na Corte de D. Manuel, fixando-se na partida de D. Beatriz, filha do rei, para Saboia, em resultado do acordo matrimonial estabelecido.

Neste acontecimento, cujos preparativos decorrem desde o início do 1º ato, entrelaçam-se várias e enredadas teias amorosas, destacando-se os amores, socialmente inaceitáveis e moralmente reprováveis, entre a Princesa e o poeta Bernardim Ribeiro.

Nesta obra perpassam figuras da época como André de Resende, Bernardim Ribeiro, Paula Vicente, entre outros.

Um Auto de Gil Vicente

de Almeida Garrett

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722725859
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: novembro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 243 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 304
Tipo de produto: Livro
Coleção: Edição Crítica das Obras de Almeida Garrett
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789722725859

SOBRE O AUTOR

Almeida Garrett

Nascido no Porto, a 4 de fevereiro de 1799, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um dos escritores mais completos no panorama das letras portuguesas. Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, apoia, no último ano do curso, a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). No entanto, é depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, que se mostra mais profícuo, escrevendo um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Aliado ao escritor está ainda Garrett, o homem cívico, que contribui para a redação da Constituição de 1838, funda o Conservatório de Arte Dramática e encabeça o projeto de edificação do Teatro Nacional D. Maria II. Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.

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