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Fragmentos Romanescos

de Almeida Garrett
Livro eBook
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, maio de 2015 ‧
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Cumprindo o seu desígnio de preservação e exaltação da língua e cultura portuguesas, a INCM dá continuidade à Edição Crítica das Obras de Almeida Garrett com a edição de Fragmentos Romanescos.
O espólio romanesco que Garrett deixou manuscrito e incompleto, para além da indiscutível relevância literária, desperta, e guia, para uma singular viagem de descoberta de Garrett enquanto criador artístico e também como homem.
Fragmentos Romanescos caracteriza-se pela fixação de texto, com aparato crítico-genético, de nove textos romanescos, que se coloca ao serviço de todo o Garrettiano, mas particularmente, da agremiação científica literária.

Fragmentos Romanescos

de Almeida Garrett

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722723367
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: maio de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 242 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 344
Tipo de produto: Livro
Coleção: Edição Crítica das Obras de Almeida Garrett
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9789722723367

SOBRE O AUTOR

Almeida Garrett

Nascido no Porto, a 4 de fevereiro de 1799, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um dos escritores mais completos no panorama das letras portuguesas. Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, apoia, no último ano do curso, a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). No entanto, é depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, que se mostra mais profícuo, escrevendo um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Aliado ao escritor está ainda Garrett, o homem cívico, que contribui para a redação da Constituição de 1838, funda o Conservatório de Arte Dramática e encabeça o projeto de edificação do Teatro Nacional D. Maria II. Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.

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