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Singularidades de uma Rapariga Loura

de Eça de Queiroz
Editor: Sopa de Letras, março de 2013 ‧
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Escrito em 1873 e publicado em 1901 num volume de contos do autor, Singularidades de Uma Rapariga Loira é geralmente apresentado como o primeiro conto realista em português e uma das obras-primas de Eça de Queiroz. Nele se conta a história do amor de um jovem honesto e trabalhador, Macário, por Luísa, uma rapariga loira de «carácter louro como o cabelo - se é certo que o louro é uma cor fraca e desbotada: falava pouco, sorria sempre com os seus brancos dentinhos, dizia a tudo "pois sim"; era muito simples, quase indiferente, cheia de transigências». Macário apaixona-se por essa rapariga aparentemente dócil, etérea e sem vontade própria, a ponto de sair de casa do tio Francisco, para quem trabalhava como escriturário, e ir até Cabo Verde em negócios, só para merecer casar com ela. No entanto, Luísa é de facto uma rapariga loura e singular…

Singularidades de uma Rapariga Loura

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728708788
Editor: Sopa de Letras
Data de Lançamento: março de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 117 x 190 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 56
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789728708788

Um conto cheio de significado

Silvestre

Um conto breve, de fácil leitura e surpreendente como toda a escrita de Eça. Macário vive a ilusão do amor, numa época caraterizada por regras firmes. No final é possível retirar várias ilações e a minha sensação quando acabei a leitura foi: "já fui Macário".

Um pouco de nostalgia

AM

Um conto simples e com a sua graça. A minha segunda história, que li quando andava na escola preparatória! Foi bom relembrar :)

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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