SINOPSE
O mito de Prometeu aparece, pela primeira vez, em Hesíodo. Ésquilo retomou-o com algumas inovações. Prometeu um dia ludibriou Zeus, o qual, como castigo, privou os homens do fogo. Servindo-se de novo ardil, Prometeu roubou mais tarde o fogo, ao que Zeus respondeu agrilhoando o Titã e condenando-o a suportar os ataques de uma águia que lhe devora o fígado. Aos mortais deu como castigo a primeira mulher - Pandora. Ao servir-se do mito de Prometeu, Ésquilo quis, uma vez mais, mostrar que até os deuses devem ser moderados, sem nunca ultrapassarem as limitações do seu poder. Prometeu é o último rebelde, que ensinará a Zeus que a paz só se alcança através da justiça e da persuasão. Só quando Zeus modera a sua ira e perdoa ao Titã, a quem injustamente tinha infligido um castigo tão severo, é que se estabelece sobre deuses e homens um governo pacífico. Símbolo dos mais diversos ideais, ao longo dos séculos, este Prometeu de Ésquilo faz parte de uma das mais curiosas e polémicas trilogias que o mundo grego nos legou.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789724414218 |
| Editor: | Edições 70 |
| Data de Lançamento: | março de 2008 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 154 x 234 x 5 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 88 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Clássicos Gregos e Latinos |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra) |
| EAN: | 9789724414218 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Um clássico que é um mito...
Maria Teresa Meireles
... ou um mito que é um clássico. Prometeu por ele próprio, na primeira pessoa. A rebeldia e o castigo daquele que, entre os deuses e os homens, preferiu os últimos e roubou, para eles, o fogo (e as artes...).
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