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Poemas de Amor

de Pablo Neruda
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, outubro de 2019 ‧
13,90€
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Com tradução do poeta Nuno Júdice, um livro que reúne os grandes Poemas de Amor de Pablo Neruda.

Natural do Chile, Neruda (1904 - 1973) foi autor de uma vasta obra, tendo a sua escrita influenciado fortemente muitos poetas sul-americanos. Foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura em 1971.

À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor de Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada, ou de Plenos Poderes.
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Dia Mundial da Poesia: Os nossos poetas

Somos sobretudo leitores de prosa. Mas há tantos momentos em que precisamos de poesia! As belas letras de um poema são capazes de despertar as mais diversas sensações, em particular se escritas por um dos nossos poetas e poetisas favoritos.

  Pablo Neruda Me Gustas Cuando Callas e Si tú Me Olvidas são dois monumentos, que deveriam constar de grandes panteões nacionais e ser recitados como formas de sairmos de nós e entrarmos em contacto com a beleza mais profunda em que as palavras nos podem mergulhar. Mas são apenas duas obras de uma vasta coleção de escritos de Pablo Neruda, o poeta chileno que ganhou o Prémio Nobel de Literatura em 1971. Poemas de Amor conta com a tradução de outro grande (e já saudoso) poeta: Nuno Júdice e sabe bem ler em qualquer momento. QUERO LER! »









  William Butler Yeats Aqueles homens cuja vida parece saída de um dos seus poemas. Envolvido também em questões políticas irlandesas, Yeats passa ao longo da vida de um estilo marcadamente romântico e fantástico para uma sobriedade que lhe cai com o passar dos anos. Por aqui, gostamos de todas as fases da sua arte, talvez por tanto ouvirmos Yeat’s Grave dos Cramberries. Em A Terrible Beauty is Born, Yeats traz-nos sentimentos esdrúxulos, sensações carregadas. QUERO LER! » Alberto Caeiro É um dos heterónimos favoritos de Pessoa, cá por casa. Dizemos “um dos”, porque a profícua obra do poeta não nos permite escolher um só. Mas este mora nos nossos corações e muitas vezes nos acalma. Quando estamos perante decisões, quando há momentos na vida em que nos estamos a preocupar com coisas que ainda não aconteceram, faz sentido pensar em Alberto Caeiro, na simplicidade robusta das suas palavras e num poema a que gostamos sempre de regressar nessas alturas: Para Além da Curva da Estrada. QUERO LER! » Hilda Hilst Aqui a proposta é um pouco diferente do autor anterior. Hilda Hilst não pretende deixar ninguém indiferente ao que escreve. E isso é bom. Não é sempre, mas há alturas na vida em que precisamos de ser provocados, para sair de um determinado atavismo, para encontrar coragem, ousadia. É uma das autoras mais polémicas de expressão em língua portuguesa. A sua coragem em ir contra o patriarcado e as normas que não foi ela que estabeleceu nota-se também nos seus poemas, que, muitas vezes, são autênticas pedradas contra o que, supostamente, não se deve dizer nem escrever. QUERO LER! » Sophia de Mello Breyner Apetece-nos fazer um trocadilho com um conhecido livro e dizer que vivemos em O Mundo de Sofia. Porque a nossa poetisa maior guarda em si tantas texturas como as do mundo, tantas tonalidades como as que vemos no sol ou na água e tantos sons como os que escutamos agora, no local onde estamos a ler este texto. E faz hoje tanto sentido que a leiamos, que a ouçamos, para que nunca se perca o norte e recordemos sempre «O dia inicial inteiro e limpo/ Onde emergimos da noite e do silêncio/ E livres habitamos a substância do tempo». QUERO LER! » Maria Teresa Horta Foi a própria autora quem fez a seleção dos poemas que deveriam constar desta antologia e a contemporaneidade da sua escrita permanece incólume. Os temas em que toca nos seus poemas continuam bem vivos e a beneficiar da sua voz, onde o imaginário brinca de forma séria com os tabus da sociedade e procura desbravar terras tantas vezes indomáveis onde se move a autoridade e a obediência. Vale a pena lê-la enquanto poetisa, percebendo como, sempre, a mulher, o feminino, a coragem, são figuras centrais daquilo que Maria Teresa Horta escreve em versos. QUERO LER! »

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Clássicos da Poesia - I

Tendemos a valorizar a ficção em relação à poesia. Não há mal algum, até porque, sendo ambas literatura, são muito diferentes as impressões que nos provocam. Haverá poética na ficção, enredo num poema? É natural que sim. Mas por vezes merecemos suster o fôlego às primeiras letras de um verso e expirar apenas no fim. Será que já lemos os clássicos da poesia? Esta lista claramente não os esgota. Mas serve para aguçar o apetite para os poemas. Por enquanto, os poetas estrangeiros preferidos. Emily Dickinson – Poemas Selecionados Emily Dickinson (1830-1886) criou uma poesia de formato breve mas enérgico, marcada pelo uso inovador de pontuação e métrica. Daquele tipo de construções cuja complexidade está tanto na forma, como na emoção. Por cá temos este Poemas Selecionados, que revela a sua visão singular sobre a natureza, a morte e o amor e que nos fala sobre a interioridade da alma. O isolamento em que a poeta viveu traduziu-se numa escrita íntima e meditativa, que desafiou as convenções da época mas deixou um legado muito importante. O impacto de Dickinson na poesia moderna é imenso, sendo hoje reconhecida como uma das maiores vozes da literatura americana. Ler Dickinson é mergulhar na delicadeza e na profundidade de uma mente visionária, numa altura em que às mulheres, tantas vezes, não era permitido expressar a sua veia poética em toda a amplitude. COMPRO NA WOOK! » Pablo Neruda – Poemas de Amor Pablo Neruda (1904-1973) transformou a poesia sobre o amor. Ou terá mesmo transformado o amor? Pela sua pena foram escritos versos que exaltam a paixão e a sensualidade, nos falam de barcos que navegam para portos onde talvez não nos esperem. Poemas de Amor reúne alguns dos seus textos mais marcantes sobre o desejo, a ausência e a fusão entre corpo e alma. Reconhecido, em todo o mundo, pela sua escrita imagética, que tantas vezes se apega ao mágico, Neruda constrói metáforas que tornam o amor um espaço de descoberta, mas também de espera, tensão. A linguagem dos seus poemas, talvez por ser acessível e musical, emociona leitores de diferentes gerações. A força dos versos de Neruda ressoa para além do tempo, tornando a sua obra indispensável para quem busca a poesia da emoção esdrúxula. COMPRO NA WOOK! » Carlos Drummond de Andrade – Boitempo Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) fala-nos de uma brasilidade que a todos nos remete para um território imaginário comum. O autor explorou com mestria a memória e a passagem do tempo ao longo de todo o seu trabalho poético. O preferido por aqui é Boitempo, um retrato lírico da infância e das transformações do Brasil, onde o poeta revisita afetos e paisagens do passado. A linguagem não traz grandes problemas, o que nos deixa espaço para usufruir de uma escrita repleta de subtilezas. Em Drummond entrelaça-se o pessoal e o coletivo, o quotidiano e o filosófico. Mas tudo de uma forma tão bonita que nos deixa sempre uma certa leveza, um ritmo que associamos à música brasileira. Esta obra, em particular, evidencia a capacidade do autor de capturar a fugacidade da vida com emoção contida e um olhar muito presente. Boitempo é um revisitar do passado com a consciência do presente. COMPRO NA WOOK! » Safo – Poemas e Fragmentos Safo (c. 630 a.C. – c. 570 a.C.) é bastante conhecida como sendo uma das primeiras mulheres poetas de que há memória. Mas devia ser mais conhecida ainda, pois trata-se de uma das vozes mais antigas da poesia lírica ocidental. Não seria nada má ideia tornar os seus versos mais estudados, por exemplo, na escola secundária. Poemas e Fragmentos reúne o que resta da sua obra, revelando uma escrita onde o desejo e já a saudade, sentimento que consideramos tão nosso, se entrelaçam. Os versos têm um ritmo delicado, celebram o amor e a feminilidade com uma profundidade que atravessa séculos. Mesmo em fragmentos, a sua poesia mantém uma força contemporânea, que nos fala ao ouvido e nos conta, também, quem somos. COMPRO NA WOOK! »

Poemas de Amor

de Pablo Neruda

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722068277
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: outubro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 209 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789722068277

A poesia na sua forma mais pura e apaixonada

Susana

A principal força destes poemas reside na sua intensa lírica e na capacidade de evocar emoções profundas. Neruda usa uma linguagem rica em metáforas e comparações, transformando elementos da natureza e do quotidiano em símbolos poderosos do amor, da saudade e do desejo.

Romântico e intenso!

Noémia Lopes

Gostei muito de ler este pequeno livro de poemas de Pablo Neruda!Para mim,um Nobel é sempre uma leitura de excelência!Recomendo!

Poemas de amor

Ana

Este livro está apresentado no título. São de facto poemas de amor, belíssimos, indispensáveis para quem gosta de poesia

Poesia

Mercedes

Não leio muita poesia mas senti-me muito inspirada com esta pequena coletânea de poemas do P. Neruda. Gostei muito

Ok

J. Melo da Crux

Gostei

SOBRE O AUTOR

Pablo Neruda

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1971

Nome literário do poeta, diplomata e marxista chileno Neftalí Ricardo Reyes Basoalto. Nasceu a 12 de julho de 1904 em Parral, no Chile, e morreu a 23 de setembro de 1973, em Santiago. De família humilde, viveu no sul do Chile, em Temuco. A mãe faleceu uns meses após o seu nascimento e o pai voltaria a casar. Neruda viria a ter um bom relacionamento com a madrasta, que considerou como a sua verdadeira mãe. Escreveu um dia "eu nasci para a vida, para a terra, para a poesia e para a chuva". Estudou no liceu desta cidade, entrando aos 15 anos no Instituto Pedagógico da Universidade de Santiago. Começou a escrever aos 10 de idade. Quando tinha apenas 12 anos conheceu Gabriela Mistral, uma famosa poetisa chilena, que lhe deu a conhecer os escritores clássicos que iriam influenciar a sua carreira e as suas decisões políticas. Tornou-se militante anarquista e traduziu o trabalho de Jean Grave, a notável teoria de Peter Kropotkine, um anarquista comunista. A partir de 1920 passou a usar o nome Pablo Neruda, que legalmente adotou em 1946. Em 1921 deixou Temuco e mudou-se para a capital, Santiago. O estudante romântico invadiu a vida literária da capital chilena com a sua capa de estudante. Neste ano ganhou o prémio da federação chilena de estudantes de poesia com La canción de la fiesta e a partir daí começou a publicar poemas na revista da federação, Claridad. Em 1923 escreveu o primeiro livro, Crepusculario. Para cobrir as despesas desta publicação viu-se obrigado a vender o relógio que o pai lhe tinha oferecido. Em 1924 encontrou quem lhe publicasse Viente poemas de amor y una canción desesperada. Este trabalho foi muito bem recebido pelo público e conservou a sua popularidade ao longo dos anos. Aos vinte anos e com dois livros publicados, Neruda tornou-se o poeta chileno mais conhecido. Abandonou os estudos de francês para se dedicar inteiramente à poesia. Escreveu Tentativa del hombre infinito, Anillos , em colaboração com Tomás Lago, e El hondero entusiasta. Em 1927 foi nomeado cônsul em Rangoon, Burma, e durante cinco anos representou o seu país na Ásia. Seguidamente viajou para Ceilão, Colombo, Jacarta, Java, onde casou com a sua primeira mulher, de origem holandesa. Esteve ainda em Singapura. Viveu um período de grande solidão, animado apenas pelo romance com uma jovem burmesa. Durante estes anos na Ásia escreveu Residencia en la tierra. Em 1933 foi nomeado cônsul em Buenos Aires e daí data a sua amizade com o poeta espanhol Federico García Lorca. No ano seguinte foi transferido para Barcelona e depois para Madrid onde voltou a casar, desta vez com Delia del Carril.
Com o mesmo impacto literário que obteve no seu país, Neruda conquistou a Europa e o resto do mundo, a sua poesia tornou-se rapidamente conhecida. Foi um escritor bem acolhido em Espanha. Este clima de desenvolvimento poético foi subitamente interrompido pelo eclodir da guerra civil espanhola em 1936. A execução do seu amigo García Lorca, a prisão de Miguel Hernández e o sangue nas ruas contribuíram para a maturidade do poeta e para as suas atitudes políticas. Escreveu então Espanã en el corazón, publicado durante a guerra civil nas linhas da frente republicanas. Pablo Neruda regressou ao Chile em 1938, com um grupo de refugiados espanhóis. Depois desta atitude, o governo chileno mandou-o para o México onde produziu intensamente textos poéticos, inspirado na Segunda Guerra Mundial, que assolava a Europa, posicionando-se especialmente ao lado da defesa de Estalinegrado contra a ocupação germânica.
Em 1943 voltou ao Chile por mar, recebendo uma grande ovação dos seus conterrâneos. Em 1945 foi eleito senador e nos três anos seguintes consagrou a maior parte do seu tempo aos problemas do país. A atividade política de Neruda foi interrompida quando foi eleito um governo de direita. Pablo Neruda, comunista, foi forçado a ocultar a sua ideologia, assim como outros esquerdistas. Estes anos de clandestinidade foram, no entanto, proveitosos do ponto de vista da obra literária. Escreveu Canto General, um dos grandes poemas épicos escritos no continente americano. Em fevereiro de 1948, deixou o Chile, atravessando a zona sul das montanhas dos Andes a cavalo. Em junho de 1949 visitou a União Soviética para participar na celebração dos 150 anos de Aleksandr Pushkin. Visitou depois outros países da Europa e o México. Em 1952, depois da ordem para prisão dos escritores de esquerda e de figuras políticas terem sido retiradas, Neruda regressou ao Chile e casou pela terceira vez, com a chilena Matilde Urrutia. Com a sua residência na Ilha Negra, no Pacífico, viajou constantemente por vários países, entre os quais Cuba e Estados Unidos, respetivamente em 1960 e 1966. A sua poesia foi traduzida em quase todas as línguas.
A poesia de Neruda representa uma constante mudança, relacionada com as experiências da sua vida. Um dos mais enigmáticos trabalhos é Residencia en la tierra onde rompeu com a forma tradicional e criou uma técnica poética altamente personalizada embora plena de realismo, que se tornou conhecida como "nerudismo". Pablo Neruda foi Prémio Nacional de Literatura, Prémio Lenine da Paz (1953) e Prémio Nobel da Literatura (1971).

Pablo Neruda. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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